Taís Araujo, atriz brasileira, contou que disse não a Vin Diesel quando ele a convidou para atuar em “Velozes e Furiosos”. Ela explicou que, após um período cansativo de trabalho, decidiu focar em sua vida pessoal e no desejo de ter filhos. Durante o encontro, Araujo foi clara com Diesel, dizendo que queria estar com sua família, especialmente com seu marido, Lázaro Ramos, e seus filhos.
Apesar de ter feito um teste para o filme, a atriz priorizou sua vida no Brasil e não tinha interesse em seguir uma carreira internacional. Além disso, Taís falou sobre os desafios de criar filhos negros em um ambiente onde a maioria das crianças é branca. Ela destacou a importância de educá-los sobre sua identidade e a desigualdade racial, mencionando um movimento de pais que buscou incluir mais crianças negras em escolas de elite.
A atriz também comentou sobre a misoginia e a necessidade de reeducação em relação a comportamentos machistas, especialmente ao criar um filho homem. Ela enfatizou que a luta contra preconceitos é constante e que a educação é essencial para enfrentar esses desafios.
Taís Araujo revelou em entrevista que recusou o convite de Vin Diesel para atuar em “Velozes e Furiosos”. A atriz explicou que, após um período intenso de trabalho, priorizou sua vida pessoal e o desejo de ter filhos. Durante o encontro, ela foi sincera com Diesel, afirmando que seu foco estava em sua família.
A atriz compartilhou que, apesar de ter feito um teste para o filme, sua prioridade era estar com o marido, Lázaro Ramos, e seus filhos. “Meu desejo agora é olhar para a minha vida pessoal,” disse Araujo, enfatizando que não tinha interesse em seguir uma carreira internacional, mesmo com a oportunidade oferecida.
Além disso, Taís Araujo abordou os desafios de criar filhos negros em um ambiente predominantemente branco. Ela destacou a importância de educá-los sobre sua identidade e a desigualdade racial, mencionando um movimento de pais que buscou incluir mais crianças negras em escolas de elite.
A atriz também comentou sobre a misoginia e a necessidade de reeducação em relação a comportamentos machistas, especialmente ao criar um filho homem. “Estou me reeducando,” afirmou, ressaltando que a luta contra preconceitos é constante e que a educação é fundamental para enfrentar esses desafios.
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