Elliot Mintz, um radialista americano, lançou o livro “John, Yoko e Eu”, onde conta sobre sua amizade com John Lennon e Yoko Ono, que começou em 1971. A amizade se fortaleceu após uma entrevista com Yoko, onde ela agradeceu a Mintz por não ter perguntado sobre Lennon. Mintz se tornou próximo do casal, mantendo contato frequente até a morte de Lennon em 1980.
No livro, ele compartilha momentos significativos, como um almoço de Natal com Paul McCartney, onde Lennon falou sobre querer se dedicar ao filho Sean, enquanto McCartney disse que não conseguiria viver sem música. Mintz também viu as preocupações de Lennon sobre sua segurança nos Estados Unidos por causa de sua militância política. Após o assassinato de Lennon, Mintz ficou responsável pela memorabilia do músico e descobriu gravações inéditas. Ele descreve Yoko como uma parceira importante na vida de Lennon, destacando que ela é uma das figuras mais incompreendidas da história. Com 80 anos, Mintz se sente à vontade para compartilhar sua história, oferecendo um olhar raro sobre a vida pessoal do casal.
Elliot Mintz, radialista americano, lançou o livro “John, Yoko e Eu”, onde revela detalhes inéditos sobre sua amizade com John Lennon e Yoko Ono, que começou em 1971. A amizade se consolidou após uma entrevista com Yoko, onde o casal expressou sua gratidão por Mintz não ter perguntado sobre Lennon. Mintz se tornou uma figura próxima, mantendo contato frequente com o casal, o que resultou em uma relação que durou até a morte de Lennon em 1980.
No livro, Mintz compartilha momentos íntimos e significativos, como um almoço de Natal com Paul McCartney, onde Lennon expressou seu desejo de se dedicar ao filho Sean, enquanto McCartney afirmou que não conseguiria viver sem música. O radialista também testemunhou as preocupações de Lennon sobre sua segurança nos Estados Unidos devido à sua militância política. Após o assassinato de Lennon, Mintz assumiu a responsabilidade de gerenciar a memorabilia do ex-beatle, incluindo a descoberta de gravações inéditas.
Mintz descreve Lennon como um ser humano “incrivelmente branco” e revela que Yoko era uma parceira intelectual e musa do músico. O radialista destaca a importância de Yoko na vida de Lennon, afirmando que ela é uma das figuras mais incompreendidas da história contemporânea. O livro foi incentivado pelo filho do casal, Sean, que também compartilhou momentos de sua infância com Mintz.
Com oitenta anos, Mintz se sente à vontade para contar sua história, que oferece um raro vislumbre da vida pessoal de Lennon e Yoko. Ele reflete sobre como sua disponibilidade e discrição foram fundamentais para conquistar a confiança do casal, permitindo que ele vivenciasse momentos extraordinários ao lado deles.
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