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Miss Francielly Ouriques é deportada dos EUA após detenção no aeroporto de Chicago

Miss catarinense Francielly Ouriques é deportada dos EUA após ser flagrada com medicamento ilegal e mensagens suspeitas. Ela alerta brasileiros sobre riscos.

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A miss catarinense Francielly Ouriques, de 32 anos, foi detida e deportada dos Estados Unidos após ser encontrada com um medicamento ilegal, o Tramal, durante uma conexão no Aeroporto Internacional O’Hare, em Chicago. Ela passou por um interrogatório de cinco horas, teve seu celular e bagagens revistados e ficou em uma cela sem condições adequadas, sem acesso a assistência legal ou ao consulado brasileiro. Francielly, que é natural de São José e mora em Florianópolis, destacou que sua visibilidade como miss ajudou a dar repercussão ao caso, afirmando que, sem essa plataforma, sua história poderia ter passado despercebida. Durante o interrogatório, ela se sentiu ofendida com piadas sobre sua profissão. Em suas redes sociais, pediu empatia e alertou outros brasileiros sobre os riscos de viajar para os EUA sem conhecer as leis locais, com o objetivo de evitar que mais pessoas enfrentem situações semelhantes.

Miss catarinense relata deportação e revista nos EUA

A miss catarinense Francielly Ouriques, de 32 anos, foi detida e deportada dos Estados Unidos ao ser flagrada com uma cartela de Tramal, medicamento ilegal no país. O incidente ocorreu durante uma conexão no Aeroporto Internacional O’Hare, em Chicago.

A modelo e empresária, natural de São José e residente em Florianópolis, relatou ter sido submetida a um interrogatório de cinco horas, revista de celular e bagagens, além de detenção em uma cela sem as condições adequadas. Ela afirma não ter tido acesso a assistência legal ou ao consulado brasileiro.

Francielly Ouriques destacou a importância de alertar outros brasileiros sobre os riscos de enfrentar situações semelhantes. Segundo a miss, a falta de apoio e o tratamento desrespeitoso foram os pontos mais críticos da experiência.

Visibilidade como miss foi crucial para dar voz ao caso

A detida relatou que sua visibilidade como miss e influenciadora digital foi fundamental para que a história ganhasse repercussão. “Se eu não fosse miss, não teria tido voz”, afirmou, ressaltando que, sem essa plataforma, o caso poderia ter passado despercebido.

A deportação incluiu o cancelamento de seu visto e a escolta policial até o embarque de volta ao Brasil, onde recebeu seu passaporte. Francielly Ouriques iniciou sua carreira em concursos de beleza em 2013, conquistando títulos como Miss Brasil Empresarial 2017, Miss Asia Pacific International 2017 e Miss Panamericana 2018.

Modelo relata constrangimento e pede empatia

Durante o interrogatório, Francielly Ouriques afirmou ter se sentido ofendida com insinuações sobre sua profissão. “Um dos momentos mais difíceis foi quando informei que era modelo e miss, e os agentes riram, insinuando que eu não era modelo”, desabafou.

Em publicação nas redes sociais, a miss pediu empatia e explicou que sua intenção ao divulgar o caso era alertar outros brasileiros sobre os perigos de viajar para os Estados Unidos sem conhecimento das leis locais. Ela enfatizou que o objetivo era ajudar a evitar que outras pessoas passassem pela mesma situação.

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