O papa Francisco lançou sua primeira autobiografia chamada “Esperança”, onde conta sobre sua vida antes de se tornar sacerdote. O livro, que foi escrito entre 2019 e 2024, traz histórias de sua infância em Buenos Aires e suas experiências amorosas na juventude. Ele menciona ter se sentido atraído por duas jovens e até dançou tango com elas. Sua primeira paixão foi uma colega de escola chamada Amalia Damonte, a quem escreveu uma carta propondo casamento. Anos depois, já como bispo, ele reencontrou as duas jovens, uma delas casada e com filhos, e a outra vivendo em Palermo. Além de suas memórias pessoais, Francisco também fala sobre questões sociais e ambientais, defendendo a proteção do meio ambiente e a inclusão de imigrantes.
Papa Francisco revela paixões da juventude em autobiografia inédita
O livro “Esperança”, primeira autobiografia de um papa, foi lançado em 2025 e traz relatos pessoais do papa Francisco sobre suas experiências antes do sacerdócio. A obra, escrita a partir de depoimentos de 2019 a 2024 ao editor Carlo Musso, detalha a trajetória do líder religioso desde a infância em Buenos Aires.
Liderança religiosa aborda temas sociais e ambientais
Na autobiografia, o pontífice promove reflexões sobre a preservação do meio ambiente, acolhimento de minorias e inserção de imigrantes. Francisco também defende a simplificação da hierarquia da Igreja Católica, reafirmando suas posições sobre temas relevantes.
Francisco recorda paixões amorosas na juventude
Em trechos do livro, o papa Francisco compartilha suas “pulsões amorosas” antes de decidir seguir o caminho religioso. Ele relata ter se sentido atraído por duas jovens em Buenos Aires, com quem chegou a sair e dançar tango.
Primeira paixão foi uma colega de escola
A primeira paixão, Amalia Damonte, foi uma colega de escola primária. Francisco escreveu uma carta à menina, propondo casamento e desenhando a casa onde pretendiam morar juntos. A carta e o desenho foram guardados por Amalia por toda a vida.
Encontros com as jovens após a eleição
Anos depois, já como bispo, Francisco reencontrou as duas jovens. Uma delas trabalhava em uma paróquia e era casada com filhos, enquanto a outra vivia em Palermo com a família. Os encontros trouxeram à tona memórias da juventude do pontífice.
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