Madonna, a famosa cantora de 66 anos, tem um histórico de conflitos com a Igreja Católica, tendo sido excomungada três vezes por suas performances polêmicas. Recentemente, ela gerou controvérsia ao compartilhar montagens de inteligência artificial com o papa Francisco, que faleceu em 21 de outubro de 2024. A primeira excomunhão aconteceu em 1989, após o lançamento do clipe de “Like A Prayer”, que foi considerado ofensivo por mostrar a cantora beijando uma imagem que representava Jesus. Em 1990, Madonna foi excomungada novamente por uma performance de “Like A Virgin” em que simulava masturbação. A terceira excomunhão ocorreu em 2006, durante a “Confessions Tour”, quando ela se apresentou com “Live To Tell” em uma cruz. Apesar dessas desavenças, Madonna expressou interesse em se encontrar com o papa Francisco para resolver os conflitos do passado.
Madonna e a Igreja Católica: histórico de atritos e novas provocações
A cantora Madonna, de 66 anos, possui um histórico de conflitos com a Igreja Católica, tendo sido excomungada três vezes devido a performances consideradas controversas. Em 2024, a artista voltou a gerar polêmica ao divulgar montagens com inteligência artificial ao lado do papa Francisco, falecido nesta segunda-feira, 21, aos 88 anos.
A primeira excomunhão ocorreu em 1989, após o lançamento da música “Like A Prayer“. O clipe da canção gerou revolta no clero devido a cenas que mostravam a cantora beijando uma divindade negra, interpretada como uma representação de Jesus Cristo, dentro de uma capela.
Em 1990, Madonna voltou a ser excluída pela Igreja. Durante uma turnê, a artista incluiu uma performance da música “Like A Virgin” em que simulava a masturbação no palco. A performance foi considerada ofensiva e resultou em nova excomunhão.
A última exclusão da Igreja Católica ocorreu em 2006, durante a turnê “Confessions Tour”. A cantora provocou a comunidade católica ao performar a música “Live To Tell” pregada em uma grande cruz.
Apesar dos atritos, Madonna já manifestou o desejo de se encontrar pessoalmente com o papa Francisco para resolver as “desavenças” do passado. A cantora, conhecida por sua postura provocadora, continua a desafiar os limites da religião e da moralidade em suas performances e obras.
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