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Ana Rujas revela desafios e conquistas na criação de sua primeira película como diretora

Ana Rujas, atriz e criadora, enfrenta a pressão de escrever seu primeiro filme como diretora, enquanto brilha em novos projetos.

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Ana Rujas, atriz e criadora, está escrevendo seu primeiro filme como diretora, inspirado na obra “El desencanto”. Ela falou sobre a pressão que sente durante o processo criativo, comparando o roteiro a um “mono” que a impede de relaxar. Rujas, que já atuou em produções como “Cardo” e “La mujer más fea del mundo”, continua a trabalhar em projetos como “La buena letra”. Aos trinta e cinco anos, ela considera a criação do roteiro um desafio que a faz sentir-se viva. Rujas também expressou seu medo em relação ao filme e a importância de buscar a verdade em seu trabalho. Sua trajetória começou em Carabanchel, Madrid, onde cresceu em um ambiente artístico e se interessou por teatro desde pequena. Após um tempo como modelo, decidiu se dedicar à atuação e à escrita. A peça “La mujer más fea del mundo”, que coescreveu, foi um marco em sua carreira, abordando questões de identidade. Rujas também é co-criadora da série “Cardo”, que ganhou prêmios. Em 2023, lançou um livro de poemas e participou de várias produções, reafirmando seu papel como artista multifacetada. Ela destaca que seu trabalho vai além da fama, buscando autenticidade e significado.

Ana Rujas, atriz e criadora, está escrevendo seu primeiro filme como diretora, inspirado em “El desencanto”, de Jaime Chávarri. Em entrevista, Rujas descreveu o processo criativo como uma pressão constante, comparando o roteiro a um “mono” que a impede de relaxar. A atriz, que já se destacou em produções como “Cardo” e “La mujer más fea del mundo”, continua a atuar em projetos como “La buena letra”.

Rujas, de trinta e cinco anos, revelou que a criação do roteiro é um desafio que a faz sentir-se viva. “Vivo assim há anos e está tudo bem. É assim que as coisas são feitas”, afirmou. A atriz também mencionou o medo que sente em relação ao seu filme, destacando a importância de encontrar a verdade em seu trabalho. Celia Rico, diretora de “La buena letra”, comentou sobre a intensidade emocional que Rujas traz para seus personagens.

A trajetória de Rujas começou em Carabanchel, um bairro operário de Madrid, onde cresceu em um ambiente artístico. Desde pequena, ela se interessou por teatro, influenciada por seus pais e pela experiência de ser escoteira. Após um período em que trabalhou como modelo, Rujas decidiu se dedicar à atuação e à escrita, encontrando seu verdadeiro caminho no teatro.

A peça “La mujer más fea del mundo”, que ela coescreveu, foi um marco em sua carreira, abordando questões de identidade e expectativas sociais. Rujas também é co-criadora da série “Cardo”, que ganhou o prêmio Ondas. Em 2023, ela lançou um livro de poemas e participou de diversas produções teatrais e cinematográficas, consolidando-se como uma artista multifacetada.

Rujas enfatiza que seu trabalho não se resume à fama, mas à busca por autenticidade e significado. “O mundo não acaba se eu deixar de ser famosa. O que importa é que o que faço tenha alma”, concluiu. A artista continua a trabalhar em novos projetos, mantendo-se fiel à sua visão criativa.

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