Mikhail Baryshnikov, famoso bailarino e ator, falou sobre sua experiência com a fama após atuar em “Sexo em Nova York”. Ele interpretou Alexander Petrovsky, um dos romances de Carrie Bradshaw, e disse que muitas pessoas o reconhecem mais por esse papel do que por sua carreira no ballet. Baryshnikov, que desertou da União Soviética nos anos 70, explicou que não gosta de ser chamado de desertor, preferindo o termo “selecionador”, pois ele apenas buscava melhores condições de vida. Ele se tornou uma figura popular nos Estados Unidos, onde teve relacionamentos com várias celebridades, incluindo Jessica Lange. Atualmente, ele se dedica ao teatro e à dança, além de dirigir o Baryshnikov Arts Center. Recentemente, participou de eventos importantes, como um tributo a Pedro Almodóvar e enviou uma mensagem para o Dia Internacional da Dança. Baryshnikov continua a impactar o mundo da dança com sua arte e sua história de vida.
Carrie Bradshaw, protagonista de “Sexo em Nova York”, pode retomar seu romance com Aidan na terceira temporada de “And Just Like That”, que estreia no final de maio. O personagem Alexander Petrovsky, interpretado por Mikhail Baryshnikov, teve um papel marcante na vida de Carrie, levando-a a Paris.
Baryshnikov, de setenta e sete anos, comentou sobre a fama adquirida com a série. Ele revelou que é mais reconhecido por seu papel em “Sexo em Nova York” do que por sua carreira de décadas no ballet e no teatro. “É irônico que tenha trabalhado em teatro por 40 ou 50 anos e que me lembrem por essa série de televisão”, disse ele ao The Guardian.
O artista, que desertou da União Soviética na década de setenta, se descreve como um “selector” e não um desertor. “Escolhi outro país. Eu era apenas uma pessoa normal que queria mudar suas condições de vida”, afirmou. Sua desercção ocorreu durante uma turnê no Canadá, onde conseguiu escapar da KGB.
Atualmente, Baryshnikov se dedica ao teatro e à dança, além de liderar o Baryshnikov Arts Center. Recentemente, participou de um evento em homenagem a Pedro Almodóvar no Lincoln Center, em Nova York. “A dança é capaz de expressar o indecível”, declarou, ressaltando a importância da arte em tempos difíceis.
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