Kim Ho-yeon, um escritor sul-coreano, ganhou fama com seu livro “A Inconveniente Loja de Conveniência”, que vendeu 1,7 milhão de cópias na Coreia do Sul e foi traduzido para 27 países, incluindo o Brasil. A história gira em torno de um morador de rua que consegue um emprego em uma loja de conveniência após ajudar uma senhora a recuperar sua bolsa. Kim, que já trabalhou como roteirista e escreveu quadrinhos, participará pela primeira vez da Bienal do Livro do Rio, onde discutirá suas influências literárias, incluindo a obra “Meu Pé de Laranja Lima”, que o marcou na adolescência. Ele menciona que seu livro reflete questões sociais da Coreia do Sul, como a pressão por sucesso e a exclusão social. O autor também lançou recentemente “Meu Dom Quixote”, que aborda a busca por sonhos. Kim está animado para conhecer a cultura brasileira e acredita que isso pode inspirar suas futuras obras.
Kim Ho-yeon, um escritor sul-coreano, fará sua estreia na Bienal do Livro do Rio em junho de dois mil e vinte e cinco. Ele discutirá seu trabalho e influências literárias, incluindo referências a obras brasileiras, como “Meu Pé de Laranja Lima”.
Após duas décadas de carreira, Kim ganhou notoriedade com seu romance “A Inconveniente Loja de Conveniência”, que vendeu 1,7 milhão de cópias na Coreia do Sul e foi traduzido para 27 países, incluindo o Brasil. A obra narra a história de um morador de rua que, ao ajudar uma senhora, consegue um emprego em uma loja de conveniência. O sucesso do livro resultou em uma sequência, uma peça musical e uma adaptação para um k-drama.
O autor, que já foi roteirista e escreveu histórias em quadrinhos, reflete sobre o fenômeno de seu livro. Ele menciona que a obra traz uma perspectiva sobre pessoas marginalizadas na sociedade. A narrativa se passa em uma loja de conveniência, um local comum na Coreia do Sul, e aborda temas como pressão social, suicídio e a busca por uma vida mais simples.
Temas e Influências
Kim destaca que seu trabalho é parte da chamada literatura de cura, que se popularizou durante a pandemia. Ele acredita que o cenário global e a busca por conforto emocional contribuíram para o sucesso de sua obra. O autor também menciona que, em seu segundo livro, a pandemia é um elemento presente na narrativa.
Na Bienal, Kim apresentará seu novo livro, “Meu Dom Quixote”, que explora a busca por sonhos. Ele expressa sua expectativa em conhecer a cultura brasileira e como isso pode influenciar suas futuras obras. Kim participará de dois debates no dia 15 de junho e é apoiado pelo Centro Cultural Coreano no Brasil.
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