Justin Sun, um bilionário do setor de criptomoedas, e David Geffen, um magnata do entretenimento, estão em uma disputa legal sobre a escultura “Le Nez”, que Sun comprou por 78,4 milhões de dólares. A situação se complicou com acusações de fraude artística e a detenção de um conselheiro de arte na China. Sun alega que o conselheiro, Sydney Xiong, vendeu a escultura a Geffen sem seu conhecimento, usando documentos falsos. Geffen, por sua vez, respondeu com um processo, chamando as alegações de Sun de infundadas e sugerindo que ele está apenas se arrependendo da venda. A defesa de Geffen também aponta que não houve registro policial da suposta fraude e que mensagens importantes foram apagadas. Além disso, Sun enfrenta problemas financeiros e legais, incluindo um hack em sua plataforma e um caso de fraude com a SEC. Apesar disso, Sun continua afirmando que Xiong confessou o crime e que mais detalhes virão à tona durante o processo.
A disputa legal entre o bilionário do setor de criptomoedas Justin Sun e o magnata do entretenimento David Geffen sobre a escultura “Le Nez” se intensificou. A obra, adquirida por Sun por $ 78,4 milhões em 2021, agora enfrenta acusações de fraude artística e contrafação.
O conflito começou quando Sun alegou que a escultura foi vendida a Geffen sem seu consentimento, por meio do ex-conselheiro de arte Sydney Xiong, que teria utilizado documentos falsificados. Em resposta, Geffen apresentou uma contraprova, chamando as alegações de Sun de “bizarra e infundada”, sugerindo que o bilionário estava lidando com “remorso do vendedor”.
Recentemente, Sun informou que Xiong está detida na China desde fevereiro, acusada de roubo. O advogado de Sun, William Charron, afirmou que “é imprudente para Geffen basear sua defesa na inocência de Xiong”, ressaltando que a conselheira confessou o crime. A defesa de Geffen, por sua vez, argumenta que Sun e Xiong não conseguiram vender duas pinturas que faziam parte do acordo e tentaram recuperar a escultura por meio de alegações fraudulentas.
Além disso, a defesa de Geffen aponta inconsistências nas alegações de Sun, como a falta de um boletim de ocorrência e mensagens de WhatsApp deletadas. A situação é ainda mais complicada pelo histórico recente de Sun, que enfrenta problemas financeiros e legais, incluindo um processo da Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC) por fraude civil.
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