Mariana Sena, atriz de 30 anos, é conhecida por seu papel na novela “Garota do Momento”, onde interpreta Glorinha, uma jovem empoderada que ajuda outras mulheres a valorizarem sua autoestima. Ela compartilha sua própria experiência com a aceitação do cabelo crespo, lembrando que passou anos alisando os fios após um incidente na escola. Mariana estudou em boas escolas públicas e, antes de ser atriz, cursou Fonoaudiologia na USP, mas decidiu seguir a carreira artística. Seu primeiro trabalho no audiovisual foi na série “Spectros” da Netflix. Agora, ela expressa o desejo de atuar em um filme sobre a ditadura militar brasileira, refletindo sobre os impactos que essa época teve na população negra.
Mariana Sena, atriz de trinta anos, destaca-se na novela “Garota do Momento”, da Globo, interpretando Glorinha, uma jovem empoderada que promove a autoestima feminina. A artista compartilha sua jornada de aceitação do cabelo crespo e reflete sobre a importância de sua personagem.
Nascida em São Paulo, Mariana enfrentou desafios relacionados à sua identidade. Ela relembra que, após um incidente na escola, passou a alisar os cabelos por oito anos. “Até pouco tempo atrás, não havia produtos adequados para cabelo crespo e personagens como a Glorinha na TV”, afirma. Antes de se dedicar à atuação, cursou Fonoaudiologia na Universidade de São Paulo (USP), mas optou pela carreira artística.
Seu primeiro papel no audiovisual foi na série “Spectros”, da Netflix. Desde então, participou de outras produções, incluindo “Todas as Mulheres do Mundo” e “Mar do Sertão”. Mariana, que é casada com o ator Elzio Vieira e mãe de uma menina, considera que fez a escolha certa ao seguir a atuação.
Projetos Futuros
Mariana expressa o desejo de atuar em um filme sobre a ditadura militar brasileira. Ela menciona o impacto desse período na população negra, refletindo sobre histórias como a de uma empregada doméstica que perdeu seu emprego após a prisão do deputado Rubens Paiva. “O que aconteceu com as pessoas pretas naquela época?”, questiona a atriz, evidenciando a necessidade de contar essas narrativas.
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