Marina Ruy Barbosa, atriz brasileira famosa, ganhou um prêmio em Dubai por sua contribuição à moda e está prestes a estrear na série “Tremembé” no Prime Video. Após encerrar seu contrato com a TV Globo, ela se dedicou a novos projetos e prioriza sua saúde mental, fazendo terapia para lidar com crises de ansiedade. Marina, que começou a trabalhar muito jovem, agora busca um equilíbrio entre sua carreira intensa e seu bem-estar. Ela fala sobre a pressão de crescer sob os olhares do público e como isso a ajudou a desenvolver autoconfiança. Embora entenda a curiosidade sobre sua vida pessoal, ela opta por manter certos momentos privados para viver suas experiências de forma mais autêntica.
Marina Ruy Barbosa, atriz brasileira, foi premiada em Dubai pela sua contribuição à moda e se prepara para estrear na série “Tremembé” no Prime Video. A artista, que encerrou seu contrato com a TV Globo, prioriza sua saúde mental após enfrentar crises de ansiedade.
Em entrevista, Marina destacou a complexidade de sua rotina, que inclui atuar, gerenciar sua marca de moda e atuar como influenciadora digital. “Faz parte de uma evolução pessoal: ter mais calma e menos ansiedade,” afirmou, ressaltando a importância da terapia em sua vida. A artista, que começou a trabalhar antes dos dez anos, já participou de treze novelas, três filmes e quatro séries.
A nova série “Tremembé” aborda a penitenciária homônima e seus encarcerados célebres. “Foi uma oportunidade para mostrar um lado diferente da minha atuação,” disse Marina. Ela enfatizou que o amadurecimento profissional e pessoal não foi fácil, especialmente devido ao escrutínio público.
Marina também comentou sobre a pressão de compartilhar sua vida pessoal. “Tento equilibrar para que eu possa ter mais consciência e domínio da minha história,” explicou. A atriz agora se permite manter aspectos de sua vida privada longe dos holofotes, buscando um espaço para viver suas experiências de forma mais autêntica.
A saúde mental tornou-se uma prioridade para Marina, que reconhece os desafios do perfeccionismo e da autocobrança. “Foi transformador,” concluiu, referindo-se à terapia e à escuta dos sinais do corpo. A artista se mostra grata pelas experiências que moldaram sua trajetória e busca celebrar suas conquistas sem se deixar levar pela síndrome da impostora.
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