A Justiça do Rio de Janeiro decidiu que a ação de Maria Ilza de Azevedo, uma fã de 76 anos, contra a cantora Anitta não tinha fundamento. O processo, que começou em 2021, foi analisado após quatro anos. Maria Ilza se sentiu ridicularizada por aparecer no documentário “Anitta – Made in Honório”. O juiz afirmou que não houve exposição ao ridículo e que a fã havia assinado um termo autorizando o uso de sua imagem. No documentário, ela aparece na casa de Anitta, que se surpreende ao vê-la. A fã pedia R$ 1 por cada espectador do documentário e a remoção do episódio, mas seus pedidos foram negados. Ela foi condenada a pagar as custas do processo, mas a cobrança foi suspensa por causa do seu direito à Justiça gratuita.
A Justiça do Rio de Janeiro decidiu que a ação movida por Maria Ilza de Azevedo, uma fã de 76 anos, contra a cantora Anitta não procedeu. A decisão foi divulgada após quatro anos de tramitação do processo, iniciado em 2021. A fã alegava ter se sentido ridicularizada ao aparecer no documentário “Anitta – Made in Honório”.
O juiz responsável pelo caso concluiu que não houve exposição ao ridículo e que Maria Ilza havia assinado um termo de autorização de imagem, cuja autenticidade foi confirmada. No quinto episódio do documentário, a fã aparece na casa de Anitta, que expressa surpresa ao vê-la sentada no sofá. A artista questiona a situação, dizendo: “Quem chamou? Por que?”.
Maria Ilza buscava R$ 1 por cada espectador do documentário e a remoção do episódio do ar. Contudo, seus pedidos foram indeferidos. Além disso, a fã foi condenada a arcar com as custas processuais e os honorários dos advogados envolvidos. No entanto, a cobrança foi suspensa devido ao seu direito à Justiça gratuita.
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