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Joias históricas brilham em tapetes vermelhos e conquistam as redes sociais

Joias históricas ganham destaque em eventos como o Met Gala e o Cannes Film Festival, refletindo a valorização do passado na moda.

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Recentemente, joias históricas ganharam destaque em eventos como o Met Gala e o Festival de Cinema de Cannes, com peças raras emprestadas por marcas como Cartier e Boucheron. Celebridades como Isha Ambani e Diljit Dosanjh usaram colares inspirados em designs antigos, mostrando um crescente interesse por joias vintage. O uso de peças de arquivo não é uma novidade, mas tem se intensificado, especialmente após Lady Gaga usar um famoso diamante amarelo no Oscar de 2019. Marcas de luxo estão comprando de volta suas criações históricas e restaurando-as, emprestando-as a celebridades para eventos importantes. Isso não só gera atenção positiva, mas também ajuda a mostrar que essas joias são investimentos valiosos. Marcas mais novas, como a Pomellato, também estão explorando seu passado, destacando a importância de suas coleções históricas para se conectar com o público e inspirar novas criações. Mostrar essas peças no tapete vermelho se tornou uma forma eficaz de engajar o público e criar experiências emocionantes em torno da moda.

Recentemente, o uso de joias vintage e de arquivo por celebridades em eventos de prestígio, como o Met Gala e o Festival de Cinema de Cannes, tem ganhado destaque. Essas peças raras, emprestadas de cofres privados de marcas renomadas, refletem uma valorização do patrimônio no mundo da moda.

Durante o Met Gala, a herdeira indiana Isha Ambani chamou atenção com um colar de diamantes inspirado em um design histórico da Cartier, criado na década de 1930. O cantor e ator Diljit Dosanjh também se destacou ao usar um colar que remete a uma joia de mil quilates do Maharaja Bhupinder Singh de Patiala, agora em exibição no Museu Victoria & Albert, em Londres.

A tendência de usar peças de arquivo não é nova, mas tem se intensificado. A performance de Lady Gaga no Oscar de 2019, ao usar um diamante amarelo de Tiffany, marcou um ponto de virada. Desde então, o uso de joias históricas se tornou mais comum, como observado no Met Gala de 2022, onde celebridades usaram acessórios vintage da Cartier e Boucheron.

O Crescimento do Interesse

O CEO da Boucheron, Hélène Poulit-Duquesne, afirmou que a casa considera seu acervo como algo vivo, não apenas como peças de museu. Desde 2015, a coleção de herança da marca cresceu para mais de oitocentas criações, muitas das quais são oferecidas a estilistas para eventos importantes. Essa estratégia não apenas destaca a atemporalidade das joias, mas também gera histórias que vão além da publicidade tradicional.

A presença de joias históricas no tapete vermelho também é vista como uma forma de investimento. Achim Berg, consultor independente, destacou que essas aparições demonstram que joias de marcas de prestígio permanecem relevantes e valiosas ao longo do tempo. O presidente da Tiffany & Co., Anthony Ledru, concordou, afirmando que momentos no tapete vermelho geram entusiasmo em torno de peças históricas.

Valorização de Marcas Menores

Marcas mais jovens, como a Pomellato, também estão investindo em seu patrimônio. Recentemente, a marca apresentou joias de seu acervo em eventos de destaque, como o Festival de Música de Sanremo. O diretor de marketing da Pomellato, Boris Barboni, ressaltou que essa estratégia permite redescobrir a história da marca e inspirar novas criações.

A exibição de peças históricas no tapete vermelho tem se mostrado uma estratégia eficaz para gerar publicidade positiva. Laurent François, da agência 180 Global, afirmou que a presença de joias de arquivo em contextos contemporâneos atrai o interesse do público e oferece uma rara visão do passado das marcas.

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