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Chappell Roan defende sua ‘era vilã’ e critica comportamento tóxico de fãs

Chappell Roan critica fãs obsessivos e pede o fim de opiniões não solicitadas em podcast, destacando sua "era vilã".

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Chappell Roan, uma artista pop que se destacou em 2024 com a música “Good Luck, Babe!”, falou recentemente no podcast “Outlaws” sobre sua “era vilã” e criticou a cultura de fãs obsessivos. Ela comentou que, desde que se tornou famosa, já passou por várias fases em que se sentiu maltratada, especialmente em eventos públicos. Roan comparou o tratamento que recebe a como celebridades como Britney Spears e Lindsay Lohan foram tratadas no passado. Ela expressou que não suporta ser tocada sem permissão e que a pressão de ser seguida por fãs a deixa ansiosa. Roan também pediu para que opiniões não solicitadas e um perfil de cultura pop chamado “Pop Crave” fossem banidos, afirmando que não se importa com as opiniões alheias. Desde que começou a se defender, ela percebeu que as pessoas têm mais medo de abordá-la.

Chappell Roan, artista pop em ascensão, discutiu sua “era vilã” durante participação no podcast “Outlaws”, no dia dezenove de maio. A cantora, que ganhou notoriedade em 2024 com a música “Good Luck, Babe!”, criticou a cultura de fãs obsessivos e pediu o banimento de opiniões não solicitadas.

Roan, que se destacou na cena pop aos 26 anos, afirmou ter enfrentado comportamentos tóxicos de fãs. Ela comparou a pressão que sofre à vivida por ícones como Britney Spears e Lindsay Lohan. “As pessoas querem que eu chegue ao ponto de me tornar agorafóbica,” declarou, enfatizando a necessidade de se defender contra o assédio.

A artista já havia abordado o tema anteriormente, chamando a atenção para o comportamento predatório de alguns fãs. Em suas declarações, Roan destacou que a situação melhorou desde que começou a se impor. “Acho que as pessoas têm medo de mim,” comentou, referindo-se ao respeito que conquistou ao se posicionar.

Durante o jogo “Ban It, B—h!” no podcast, Roan expressou seu desejo de banir opiniões alheias e um famoso perfil de cultura pop, “Pop Crave,” que, segundo ela, não contribui positivamente. A discussão sobre a relação entre artistas e fãs continua a ser um tema relevante na indústria da música.

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