Jonas Bloch, um ator brasileiro de 86 anos, está em destaque na novela “A Viagem”, onde interpreta Ismael, um personagem complexo e de caráter duvidoso. Ele menciona que a reação do público foi forte, especialmente porque seu papel anterior em “Mulheres de Areia” era de um homem bom. Bloch decidiu dar uma nova abordagem ao vilão, tornando Ismael mais expansivo e irônico. Apesar da idade, ele continua ativo em teatro, cinema e artes plásticas, com projetos como o espetáculo “Sinfonia da Alvorada” e uma exposição no Rio. Além disso, ele apoia a carreira da filha, Debora Bloch, que brilha como vilã em “Vale Tudo”, e expressa orgulho pelo talento dela, que começou a se destacar após fazer cursos de teatro.
Jonas Bloch, ator veterano da televisão brasileira, está em evidência como Ismael na novela “A Viagem”, que voltou ao ar no programa Vale a Pena Ver de Novo. Aos oitenta e seis anos, ele interpreta um personagem de caráter complexo, marcado por cenas de violência e ironia. Bloch destaca que a recepção do público foi impactante, especialmente após seu papel anterior em “Mulheres de Areia”, onde interpretou um personagem mais simpático.
O ator, que se considera ateu, expressa sua simpatia pelo espiritismo, refletindo sobre a reencarnação ao observar crianças prodígios. Ele afirma que não tem planos de se aposentar, mantendo uma carreira ativa no teatro, cinema e artes plásticas. Bloch anunciou que em junho apresentará o espetáculo “Sinfonia da Alvorada” em Belo Horizonte e, em julho e agosto, realizará uma exposição no Rio de Janeiro.
Projetos e Família
Além de seus projetos artísticos, Jonas Bloch acompanha a carreira da filha, Débora Bloch, que brilha como a vilã Odete Roitman em “Vale Tudo”. Orgulhoso, ele elogia o talento da filha, que desde a infância demonstrou interesse pela atuação. Bloch recorda que, ao perceber a hesitação de Débora em seguir a carreira, incentivou-a a fazer cursos de teatro, o que a levou a se destacar no meio artístico.
Apesar da diminuição das oportunidades na televisão, Bloch continua a ser consultado para novos trabalhos. Ele observa que a indústria ainda prioriza narrativas centradas em romances tradicionais, mas permanece otimista sobre seu futuro na atuação.
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