Vagner Macedo, conhecido como o “maior corno do Brasil”, pediu ao Guinness World Records o título de “maior corno do mundo”. Ele e sua esposa, Bella Mantovani, têm um relacionamento aberto há 19 anos e documentam suas experiências em conteúdo adulto focado no fetiche cuckold. Vagner afirma ter mais de 100 experiências extraconjugais consensuais, que também geram renda para o casal. Bella diz que essa dinâmica fortaleceu a relação e não é traição, mas uma escolha. O Guinness ainda não aceitou a candidatura, pois precisa que o feito seja mensurável e verificável. O casal acredita que sua exposição ajuda a combater a hipocrisia social. O Guinness não comentou especificamente sobre o caso, mas disse que atualiza seus critérios com base na originalidade e relevância pública.
O brasileiro Vagner Macedo, conhecido como o “maior corno do Brasil”, solicitou oficialmente ao Guinness World Records o título de “maior corno do mundo”. A candidatura se baseia em seu relacionamento aberto com a esposa, a influenciadora Bella Mantovani, com quem está junto há 19 anos. O casal documenta suas experiências em plataformas de conteúdo adulto, focadas no fetiche cuckold.
Vagner e Bella afirmam ter registrado mais de 100 experiências extraconjugais ao longo dos anos, todas consensuais e com fins comerciais. Bella destaca que essa dinâmica não apenas fortaleceu a relação, mas também se tornou uma fonte de renda. “Não é sobre traição, é sobre escolha e diálogo”, afirma. Vagner complementa que a exposição do relacionamento é uma forma de enfrentar a hipocrisia social.
O Guinness World Records ainda não reconheceu oficialmente a categoria solicitada. Para que uma inscrição seja validada, o feito deve ser mensurável e verificável. Embora o casal tenha apresentado dados e registros, não há previsão para a resposta sobre a aceitação da candidatura. A solicitação reacende debates sobre os limites entre a vida íntima e a exposição pública.
Procurado pela reportagem, o Guinness não comentou sobre o caso específico, mas afirmou que atualiza seus critérios com base em originalidade e relevância pública. Vagner acredita que a provocação é necessária e critica o julgamento que recebem. “A diferença é que a gente assume, vive — e registra”, conclui.
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