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Debora Bloch destaca nova representação da mulher 60+ na pele de Odete Roitman

Debora Bloch redefine Odete Roitman em "Vale Tudo", apresentando uma mulher de 60 anos moderna e sensual, desafiando estereótipos de idade.

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Debora Bloch, atriz de 61 anos, falou sobre sua personagem Odete Roitman no remake de “Vale Tudo” em um videocast. Ela explicou que a nova versão da vilã, que antes era machista e elitista, agora representa uma mulher moderna e atraente. Debora destacou que a adaptação do texto traz uma visão diferente da mulher de 60 anos, mostrando-a como livre e sensual. A nova Odete se relaciona com homens mais jovens de maneira prática, sem romantismo, desafiando estereótipos de idade. A atriz também comentou que a liberdade é essencial e que a sensualidade da mulher madura deve ser celebrada. Ela acredita que a representação de mulheres mais velhas na mídia está mudando, permitindo que sejam vistas como figuras atraentes e relevantes. O que a mantém animada é a curiosidade e o desejo de novos desafios.

Debora Bloch, atriz de 61 anos, discutiu a nova abordagem de sua personagem Odete Roitman no remake de “Vale Tudo” durante o videocast *Conversa vai, conversa vem*, disponível no YouTube do GLOBO. Em entrevista à jornalista Maria Fortuna, ela analisou como a vilã, conhecida por seu machismo e elitismo, agora reflete uma mulher moderna e desejável.

A atriz destacou que a adaptação do texto, feita por Manuela Dias, traz uma nova perspectiva sobre a mulher de 60 anos, que se mostra livre e sensual. Debora enfatizou que a nova Odete se relaciona com homens mais jovens de forma pragmática, sem romantismo, desafiando estereótipos de idade. Ela comentou sobre a mudança na representação feminina, afirmando que a mulher de 60 anos de hoje não busca parecer mais jovem, mas sim viver plenamente.

Durante a conversa, Debora mencionou uma frase que a divertiu ao interpretar Odete: “Mas ele não tem mãe? Então, a mãe resolve”. Essa fala ilustra o machismo da personagem, que reflete um pensamento crítico sobre a responsabilidade materna. A atriz acredita que a liberdade é o novo colágeno, e que a sensualidade da mulher madura deve ser celebrada.

Debora também abordou a importância de se sentir desejável, ressaltando que isso não se limita à aparência, mas inclui humor, inteligência e carisma. Ela afirmou que a representação de mulheres mais velhas na mídia está mudando, permitindo que elas sejam vistas como figuras atraentes e relevantes. A atriz concluiu que o que a mantém vibrante é a curiosidade e o desejo de novos projetos e experiências.

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