Viola Davis, a primeira mulher preta a ganhar um EGOT, está presidindo o júri do prêmio Lights on Women’s Worth no Festival de Cannes. Este prêmio é voltado para curtas-metragens de cineastas mulheres e oferece 20 mil euros e mentoria para a vencedora. Davis acredita que a visibilidade é fundamental para mudar a narrativa da indústria cinematográfica e que a falta de reconhecimento é um grande desafio para as mulheres cineastas. Ela afirmou que “se você não é vista, você não existe”. O prêmio, apoiado pela L’Oreal Paris, busca destacar talentos femininos e dar voz a essas cineastas. Davis, que já enfrentou dificuldades por ser uma mulher preta no cinema, quer que iniciativas como essa ajudem a melhorar a situação no futuro. Ela também incentivou o público a assistir a filmes feitos por mulheres, destacando a importância de apoiar suas histórias. Além disso, expressou seu amor pelo Brasil e seu desejo de ver mais cineastas brasileiras sendo reconhecidas.
Viola Davis, a primeira mulher preta a conquistar o status EGOT, preside o júri do prêmio Lights on Women’s Worth no Festival de Cannes. O prêmio, que reconhece curtas-metragens de cineastas mulheres, oferece 20 mil euros e mentoria para a vencedora. Davis destaca a importância da visibilidade para transformar a narrativa da indústria cinematográfica.
Em entrevista, a atriz enfatizou que “visibilidade é tudo”. Para ela, a falta de reconhecimento é o principal obstáculo enfrentado por mulheres cineastas. “Se você não é vista, você não existe”, afirmou. O prêmio, promovido pelo L’Oreal Paris, visa dar destaque a talentos femininos e é uma oportunidade para que suas vozes sejam ouvidas.
Davis, que já enfrentou desafios por ser uma mulher preta no cinema, acredita que iniciativas como essa podem ajudar a mudar a situação. “Não quero que a mesma narrativa se repita daqui a 20 ou 30 anos”, disse. Ela se compromete a abrir portas, mesmo que apenas um pouco, para que novas cineastas possam avançar em suas carreiras.
Além do prêmio, a atriz sugere que o público também deve escolher assistir a filmes feitos por mulheres. “É fundamental dar luz ao trabalho delas”, ressaltou. Para Davis, a mudança na indústria depende de ações concretas, como o apoio financeiro e a promoção de histórias femininas.
Davis expressou seu amor pelo Brasil, onde se sente em casa. “A cultura brasileira é linda e todos estão conectados a ela”, comentou. A atriz, que visitará São Paulo em breve, reforçou seu desejo de ver mais cineastas brasileiras sendo reconhecidas e celebradas.
Entre na conversa da comunidade