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Dira Paes reflete sobre carreira e representatividade em entrevista no Festival de Cinema Brasileiro

Dira Paes reflete sobre sua trajetória no cinema e a importância da COP30, enquanto brilha em novos projetos como "Manas" e "Três graças".

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Dira Paes, atriz brasileira, começou sua carreira aos 15 anos no filme “A floresta de esmeraldas”. Ela se destacou em várias produções e, agora, está em cartaz com o filme “Manas” e a série “Pablo e Luisão”, além de se preparar para a nova novela “Três graças”. Dira fala sobre sua trajetória e a importância da representatividade, destacando que, apesar de não se ver refletida nas novelas da época, encontrou seu espaço no cinema. Ela também menciona a relevância da COP30, que ocorrerá em Belém, e a necessidade de discutir a preservação da Amazônia. O filme “Manas” aborda a violência contra crianças e adolescentes, e Dira enfatiza a importância de quebrar o silêncio sobre esses temas. Ela compartilha como equilibrou a carreira com a maternidade e fala sobre sua relação com o diretor de fotografia Pablo Baião, com quem está há 20 anos. Dira também comenta sobre a menopausa e os desafios que enfrentou, mas destaca que se preparou para essa fase da vida.

Dira Paes, atriz brasileira, está em destaque com o filme “Manas” e a série “Pablo e Luisão”. Ela também se prepara para a nova novela “Três graças”, que substituirá “Vale tudo”. Em entrevista, Dira reflete sobre sua carreira e a importância da COP30, que ocorrerá em Belém, em novembro.

Dira Paes começou sua trajetória artística aos 15 anos, em “A floresta de esmeraldas”. A atriz relembra a experiência marcante de sua estreia, onde participou de um exercício de nudez em grupo. “Foi uma apresentação à criação da Terra”, conta, rindo. Hoje, com 55 anos, Dira já acumula mais de 50 filmes e 30 trabalhos na televisão.

A atriz destaca a importância do cinema em sua vida, afirmando que “o cinema me criou e me deu tudo”. Ela também fala sobre a representatividade, mencionando que não se via refletida nas novelas da época. “Percebi que o cinema era o lugar que eu me encaixava”, afirma.

Representatividade e COP30

Dira se considera uma “afro-amazônica” e fala sobre a necessidade de visibilidade para suas raízes. “Sou a amazônica que já interpretou uma mulher do pampa gaúcho”, diz. Em relação à COP30, Dira ressalta a importância de discutir a preservação da Amazônia e a proteção dos “amazônidas”, que são os verdadeiros guardiões da floresta.

Sobre o filme “Manas”, Dira explica que ele aborda a violência contra crianças e adolescentes, um tema universal. “Precisamos quebrar o ciclo de silêncio para transformar realidades”, destaca. O manifesto “Manas que apoiam manas” foi criado para fomentar ações concretas na sociedade.

Dira também compartilha como equilibra sua carreira com a vida familiar. Ela levava seu filho para o set de filmagens desde pequeno e, atualmente, busca conciliar o trabalho com a rotina escolar dos filhos. A atriz, que conheceu o diretor de fotografia Pablo Baião no set de “Amarelo manga”, celebra seus 20 anos de relacionamento.

Por fim, Dira fala sobre a menopausa, mencionando desafios como insônia e mudanças no metabolismo. “Me preparei para esse momento”, conclui, ressaltando a importância de estar em paz consigo mesma.

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