Bella Campos, que atua como Maria de Fátima no remake de “Vale Tudo”, falou sobre a pressão da fama no programa “Vou de Táxi”. Durante a conversa com Luciano Huck, ela se emocionou ao recordar as dificuldades financeiras que enfrentou na infância em Cuiabá e como entrou no mundo da moda para sobreviver. Bella comentou que lida com críticas e pediu mais empatia do público, ressaltando que sua trajetória é marcada por superações. Ela também mencionou que conversa com sua mãe sobre as pressões da profissão e o esforço que ambas fizeram para ter uma vida melhor. Huck elogiou a coragem dela em se mostrar vulnerável.
Bella Campos, atriz que interpreta Maria de Fátima no remake de “Vale Tudo”, desabafou sobre a pressão da fama durante sua participação no quadro “Vou de Táxi”, exibido no último domingo (25) no Domingão com Huck. Em conversa com Luciano Huck, a artista expressou suas dificuldades em lidar com críticas e a importância de sua trajetória de superação.
Durante o programa, Bella não conteve as lágrimas ao relembrar os desafios financeiros que enfrentou na infância em Cuiabá (MT). A atriz revelou que entrou no mundo da moda na adolescência como uma forma de sobrevivência. “A minha carreira começou numa tentativa de sobrevivência”, afirmou, emocionada. Desde a estreia da novela, seu nome tem gerado tanto elogios quanto polêmicas, incluindo rumores de desentendimentos com o ator Cauã Reymond.
Ao abordar as críticas que recebe, Bella foi clara: “Não me interessa criar a imagem de uma pessoa que não se abala”. Ela enfatizou que as pessoas muitas vezes não conhecem sua história e as dificuldades que superou. A atriz também mencionou que frequentemente conversa com sua mãe sobre as pressões da profissão e o esforço que ambas fizeram para alcançar uma vida digna.
Luciano Huck elogiou a coragem de Bella em se mostrar vulnerável. A atriz, por sua vez, pediu mais empatia do público, refletindo sobre sua trajetória e a realidade que vive. “Eu tô tentando fazer o meu melhor com o que eu tenho, com o que eu sou, com o que eu vivi”, concluiu, ressaltando a importância do diálogo e da conexão com suas raízes.
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