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Mansões de celebridades como Pelé e Hebe Camargo são deixadas ao abandono

Mansões de ícones como Hebe Camargo e Pelé estão abandonadas, enfrentando deterioração e invasões, gerando preocupações entre vizinhos.

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Mansões de celebridades falecidas, como Hebe Camargo, Clodovil, Pelé, José Rico e Jô Soares, estão abandonadas e enfrentam problemas como deterioração e invasões. A casa de Hebe, em São Paulo, foi leiloada por R$ 8,6 milhões, mas não recebeu propostas e está em ruínas. A propriedade de Clodovil, em Ubatuba, está tomada pelo mato e foi parcialmente demolida por ordem judicial. A mansão de Pelé, avaliada em R$ 8 milhões, acumula dívidas de IPTU e já foi invadida, com furtos de fios de cobre. O castelo de José Rico, em Limeira, permanece inacabado após uma década de sua morte, enquanto a casa de Jô Soares, em Vinhedo, se tornou um “lixão”, segundo vizinhos, desde a morte de seu filho em 2014.

Diversas mansões de celebridades falecidas estão em estado de abandono, resultando em leilões sem ofertas e reclamações de vizinhos. Propriedades de ícones como Hebe Camargo, Clodovil, Pelé, José Rico e Jô Soares enfrentam deterioração e invasões.

A mansão de Hebe Camargo, localizada no Morumbi, em São Paulo, foi leiloada por R$ 8,6 milhões, mas não recebeu propostas. O juiz Fábio Junqueira descreveu o imóvel como “em ruínas”. A propriedade, que pertenceu à apresentadora por 21 anos, está envolvida em disputas judiciais desde sua morte em 2012.

Propriedades em Deterioração

A casa de Clodovil, em Ubatuba, também está abandonada desde sua morte em 2009. O imóvel, que ocupa uma área de 3.000 m² e possui 20 cômodos, foi parcialmente demolido por ordem judicial em 2016. A área externa está tomada pelo mato, refletindo o descaso com a propriedade.

A mansão de Pelé, avaliada em R$ 8 milhões, enfrenta problemas semelhantes. Desde sua morte em 2022, o local foi abandonado e já acumula uma dívida de R$ 452.102,54 de IPTU. Invasores têm utilizado as árvores ao redor para entrar na casa e furtar fios de cobre, deixando o imóvel sem energia.

Casos de José Rico e Jô Soares

O castelo de José Rico, em Limeira, permanece inacabado e abandonado, mesmo após uma década de sua morte. O artista dedicou 24 anos à construção do imóvel, que possui mais de cem cômodos, mas nunca foi finalizado.

Por fim, a mansão de Jô Soares, localizada em Vinhedo, está em estado de abandono desde a morte de seu filho, Rafael, em 2014. Avaliada em R$ 10 milhões, a propriedade se tornou um “lixão”, segundo vizinhos, refletindo o descaso com o legado do apresentador.

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