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João Máximo completa 90 anos e reflete sobre sua trajetória no jornalismo

João Máximo Ferreira Chaves, ícone do jornalismo brasileiro, celebra 90 anos e revisita sua rica trajetória entre esportes e cultura.

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João Máximo Ferreira Chaves, um importante jornalista cultural e esportivo brasileiro, completa 90 anos hoje e reflete sobre sua carreira de 65 anos, que começou na odontologia antes de se dedicar ao jornalismo. Formado em 1958, ele começou no Vasco, mesmo não sendo torcedor do clube, e logo se interessou pelo jornalismo, ingressando na Tribuna da Imprensa em 1960. Ele ganhou seu primeiro Prêmio Esso em 1963 pela cobertura do Fla-Flu e, ao longo da carreira, conquistou outros prêmios, incluindo um segundo Esso em 1967. João cobriu quatro Copas do Mundo e sua paixão pela música começou na infância, levando-o a escrever sobre o tema a partir de 1979. Ele é autor de uma biografia de Noel Rosa e produziu uma série sobre Vinicius de Moraes. Atualmente, vive em Teresópolis com sua companheira Elca, tem três netos e duas bisnetas, e, embora se considere aposentado, continua a ler, ouvir música e acompanhar futebol, evitando convites para falar sobre sua experiência. Sua trajetória é marcada por desafios e conquistas, refletindo sua dedicação ao jornalismo e à cultura brasileira.

João Máximo Ferreira Chaves, um dos mais respeitados jornalistas culturais e esportivos do Brasil, completa 90 anos hoje. Com uma carreira que se estende por 65 anos, ele reflete sobre sua trajetória, que começou na odontologia antes de se dedicar ao jornalismo.

Formado em 1958, João começou sua carreira no Vasco, clube do qual não é torcedor, mas logo se viu atraído pelo jornalismo. Em 1960, por meio de seu primo Zuenir Ventura, ingressou como estagiário na Tribuna da Imprensa. Sua passagem pela editoria de esportes trouxe dilemas éticos, já que tinha acesso a informações privilegiadas do Vasco. Ele decidiu então se dedicar ao jornalismo, afirmando que não seria um bom dentista.

Coberturas e Prêmios

João Máximo ganhou seu primeiro Prêmio Esso em 1963, pela cobertura do famoso Fla-Flu. Ao longo de sua carreira, conquistou mais prêmios, incluindo um segundo Esso em 1967 pela reportagem “Futebol brasileiro: um longo caminho da fome à fama”. Ele cobriu quatro Copas do Mundo, incluindo as de 1994 e 1998, e assistiu a várias finais, incluindo a de 1970.

A paixão de João pela música começou na infância e se entrelaçou com sua carreira jornalística em 1979, quando passou a escrever sobre o tema. Ele é autor de uma biografia consagrada de Noel Rosa, lançada em 1990, e produziu uma série sobre Vinicius de Moraes para a Rádio Cultura em 1993.

Vida Pessoal e Reflexões

Atualmente, João vive em Teresópolis com sua companheira Elca, com quem está desde 1961. Ele mantém um apartamento em Vila Isabel e tem três netos e duas bisnetas. Apesar de se considerar aposentado, ele continua a ler, ouvir música e acompanhar futebol. João evita convites para falar sobre sua experiência, preferindo não se colocar na posição de “testemunha ocular da história”.

A trajetória de João Máximo é marcada por desafios e conquistas, refletindo sua dedicação ao jornalismo e à cultura brasileira.

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