Smokey Robinson, famoso cantor da Motown, processou quatro ex-funcionárias que o acusaram de assédio sexual, pedindo 500 milhões de dólares por difamação. Ele afirma que as acusações são falsas e parte de uma tentativa de extorsão. Robinson e sua esposa alegam que as mulheres, que processaram anonimamente, tinham um relacionamento próximo com o casal, incluindo férias juntos. As mulheres, de origem hispânica, disseram que não se manifestaram antes por medo de perder o emprego e enfrentar represálias. Elas buscam 50 milhões de dólares em danos e um julgamento por júri. Além disso, Robinson está sendo investigado criminalmente em Los Angeles por essas acusações, que ele nega.
Smokey Robinson, lenda da Motown, processa ex-funcionárias por difamação
O cantor Smokey Robinson, ícone da Motown, entrou com um processo de R$ 500 milhões contra quatro ex-funcionárias que o acusaram de assédio sexual. A ação foi protocolada na quarta-feira, 6 de maio, na Califórnia, e alega que as acusações são falsas e parte de um plano de extorsão.
Os Robinsons afirmam que as mulheres, que se apresentaram anonimamente como Jane Doe 1, 2, 3 e 4, desfrutaram de férias em família com o casal. O cantor, que também está sob investigação criminal em Los Angeles, nega todas as alegações. Seu advogado declarou que as acusações visam apenas o patrimônio do artista.
As ex-funcionárias alegam que os incidentes ocorreram a partir de 2006, afirmando que Robinson as pressionou para relações sexuais. Elas alegam que não se manifestaram antes por medo de perder o emprego e de represálias familiares. As mulheres buscam R$ 38 milhões em danos e um julgamento por júri.
A investigação do Departamento do Xerife do Condado de Los Angeles foi aberta após as alegações. Robinson, de 85 anos, expressou que a exposição da verdade é fundamental. O cantor é conhecido por sucessos como “My Girl” e “Tracks of My Tears”, e possui um legado significativo na indústria musical, com mais de 4 mil créditos em canções.
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