Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Morre o romancista americano Edmund White, ícone da literatura LGBTQIA+ aos 85 anos

Edmund White, ícone da literatura LGBTQIA+, faleceu aos 85 anos em Nova York. Tributos de escritores destacam seu legado e impacto.

0:00
Carregando...
0:00

O romancista americano Edmund White, conhecido por suas obras sobre homossexualidade, faleceu aos 85 anos em sua casa em Nova York, por causas naturais. Seu agente confirmou a notícia. White nasceu em 13 de agosto de 1940 e escreveu muitos romances e ensaios, sendo seu primeiro sucesso ‘Forgetting Elena’, de 1973. Ele também publicou ‘The Joy of Gay Sex’, um guia ilustrado que se tornou referência na literatura LGBTQIA+. White viveu em Paris por quase quinze anos e escreveu biografias de autores famosos. Ele foi diagnosticado com HIV em 1985 e lidou com a doença por quatro décadas. Escritores como Joyce Carol Oates e Edouard Louis prestaram homenagens a ele, destacando sua generosidade e apoio a jovens escritores.

O romancista americano Edmund White, uma figura central na literatura LGBTQIA+, faleceu aos 85 anos em sua residência em Nova York, conforme confirmou seu agente nesta quarta-feira, 4 de junho de 2025. A causa da morte foi natural.

White nasceu em 13 de agosto de 1940 e deixou um legado literário significativo, abordando a homossexualidade em suas obras. Seu primeiro romance, ‘Forgetting Elena’, foi publicado em 1973, seguido pelo influente ‘The Joy of Gay Sex’, que se tornou uma referência na literatura LGBTQIA+. Outras obras notáveis incluem ‘A Boy’s Own Story’ e ‘The Loves of My Life’, lançada neste ano.

Contribuições e Impacto

O autor escreveu sobre a experiência gay desde a década de 1950, quando a homossexualidade era considerada uma doença mental. Ele testemunhou as revoltas de Stonewall em 1969 e viveu os desafios da epidemia de AIDS, sendo diagnosticado com HIV em 1985. White conviveu com a doença por quatro décadas.

Além de romances, White produziu biografias de figuras como Jean Genet, Marcel Proust e Arthur Rimbaud. Sua carreira acadêmica incluiu lecionar em universidades renomadas, onde ensinou redação e literatura gay. Desde 2013, ele era casado com o escritor Michael Carroll.

Homenagens

A escritora Joyce Carol Oates expressou sua tristeza pela perda, afirmando: “Não existe ninguém como Edmund White!” O romancista francês Edouard Louis também prestou tributo, descrevendo White como um “amigo incrível” que sempre apoiou jovens escritores. A morte de White marca o fim de uma era na literatura, deixando um impacto duradouro na representação da experiência LGBTQIA+.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais