Fernando Neira, cronista conhecido por suas análises sobre concertos, expressou sua aversão a figuras como Donald Trump e Elon Musk. Em sua crônica, Neira destaca a influência negativa que esses indivíduos exercem na sociedade e manifesta um desejo utópico de que se enfrentem. Neira, que já escreveu sobre a experiência musical como uma forma de […]
Fernando Neira, cronista conhecido por suas análises sobre concertos, expressou sua aversão a figuras como Donald Trump e Elon Musk. Em sua crônica, Neira destaca a influência negativa que esses indivíduos exercem na sociedade e manifesta um desejo utópico de que se enfrentem.
Neira, que já escreveu sobre a experiência musical como uma forma de religião para agnósticos, menciona um momento tocante durante um recital de Van Morrison em Madrid. Ele descreve a interpretação de “In the Afternoon” como um instante que provoca emoções profundas, ressaltando que as “imundícias da vida” podem esperar diante de experiências tão significativas.
O autor critica a presença de Trump e Musk nas notícias, afirmando que eles representam o que há de pior na sociedade atual. Para Neira, a tecnologia promovida por Musk tem contribuído para a alienação das pessoas, que passam a maior parte do tempo conectadas a dispositivos móveis. Ele observa que a repulsão que sente por esses indivíduos vai além da moral, atingindo também o aspecto físico.
Neira conclui que, embora a rivalidade entre Trump e Musk seja uma fantasia desejada, na realidade, esses “monstros” compartilham interesses comuns e continuam a impactar a sociedade de maneira negativa.
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