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Johnny Depp afirma ter sido usado como bode expiatório na campanha #MeToo

Johnny Depp afirma ter se tornado bode expiatório após acusações de Amber Heard e critica o movimento #MeToo em entrevista recente.

Foto: Reprodução
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Johnny Depp criticou o movimento #MeToo em uma entrevista, dizendo que se tornou um bode expiatório após as acusações de violência doméstica feitas por Amber Heard em 2016. Ele afirmou que a situação “foi longe demais” e que sente a necessidade de lutar para mostrar sua verdade, temendo que a narrativa negativa o acompanhe para sempre. Depp processou Heard por difamação em 2019, alegando que um artigo dela no Washington Post prejudicou sua carreira, mesmo sem mencioná-lo diretamente. O júri decidiu a seu favor, concedendo-lhe 15 milhões de dólares em danos, valor que foi reduzido para 350 mil dólares. Durante o julgamento, Depp e Heard apresentaram suas versões, com Depp alegando que Heard era a verdadeira abusadora. O caso atraiu grande atenção, com mais de 60 testemunhas. Depp disse que as acusações afetaram sua carreira, levando à sua exclusão de projetos, como a franquia Piratas do Caribe. Heard também afirmou que seu papel em Aquaman: The Lost Kingdom foi reduzido por causa das alegações. Depp já havia perdido um processo anterior no Reino Unido, onde foi chamado de “espancador de esposas” em um artigo do tabloide The Sun, e o juiz considerou as acusações de Heard “substancialmente verdadeiras”. O casamento entre Depp e Heard durou de 2015 a 2017, e as alegações de violência surgiram durante o divórcio, que terminou com um acordo sem admissão de culpa por parte de Depp.

Johnny Depp criticou o movimento #MeToo em uma entrevista ao The Sunday Times, onde afirmou ter se tornado um bode expiatório após as acusações de violência doméstica feitas por sua ex-esposa, Amber Heard, em 2016. Depp declarou que a situação “foi longe demais” e que sentiu a necessidade de lutar para apresentar sua verdade, temendo que a narrativa negativa o seguisse indefinidamente.

O ator, que processou Heard por difamação em 2019, alegou que um artigo publicado por ela no Washington Post teve um impacto direto em sua carreira. Embora o texto não mencionasse Depp diretamente, Heard se descreveu como uma “figura pública representando a questão do abuso doméstico”. O júri decidiu a favor de Depp, que recebeu US$ 15 milhões em danos, valor reduzido posteriormente para US$ 350 mil.

Detalhes do Processo

Durante o julgamento, Depp e Heard apresentaram suas versões sobre a relação, com Depp alegando que Heard era a verdadeira abusadora. O caso atraiu atenção mundial, com mais de 60 testemunhas sendo ouvidas. Depp afirmou que as acusações prejudicaram sua carreira, resultando em sua exclusão de projetos, como a franquia Piratas do Caribe. Heard, por sua vez, alegou que seu papel em Aquaman: The Lost Kingdom foi reduzido devido às mesmas alegações.

Depp já havia enfrentado um revés em um processo anterior no Reino Unido, onde foi chamado de “espancador de esposas” em um artigo do tabloide The Sun. O juiz do caso considerou que as acusações de Heard eram “substancialmente verdadeiras”. O casamento entre Depp e Heard ocorreu entre 2015 e 2017, e as alegações de violência doméstica surgiram durante o divórcio, que foi finalizado com um acordo que não incluiu admissão de culpa por parte de Depp.

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