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Anna Wintour deixa a direção da Vogue americana e assume cargo global na marca

Anna Wintour deixa cargo de editora-chefe da Vogue americana, mas permanece como diretora de conteúdo da Condé Nast e da Vogue global.

Anna Wintour (Foto: AFP)
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Anna Wintour, que foi editora-chefe da Vogue americana desde 1988, anunciou sua saída do cargo em uma reunião com a equipe. Apesar disso, ela continuará como diretora de conteúdo da Condé Nast e diretora editorial global da Vogue, supervisionando várias marcas. Wintour, de 75 anos, é conhecida por ter modernizado a revista e a tornado mais acessível. Com sua saída, a Condé Nast procura um novo editor para a Vogue americana, que terá a responsabilidade de gerenciar uma das publicações mais influentes do setor. A expectativa é que a nova liderança mantenha a inovação que Wintour trouxe durante sua gestão.

Anna Wintour, editora-chefe da Vogue americana desde 1988, anunciou sua saída do cargo nesta quinta-feira, 26. A decisão foi comunicada durante uma reunião com a equipe. Apesar da mudança, Wintour continuará como diretora de conteúdo da Condé Nast e diretora editorial global da Vogue, supervisionando diversas marcas da editora.

A jornalista britânica de 75 anos, que transformou a Vogue em um ícone da moda, ingressou na revista em um momento em que enfrentava críticas por estar desatualizada. Sua estreia, marcada por uma capa inovadora com a modelo Michaela Bercu, simbolizou uma nova era na publicação. Wintour foi responsável por modernizar a estética da revista, tornando-a mais acessível e conectada ao cotidiano.

Mudanças na Liderança

Com a saída de Wintour, a Condé Nast busca um novo responsável pelo conteúdo editorial da Vogue americana. O novo editor terá a tarefa de gerenciar uma das publicações mais influentes do setor. A reestruturação da empresa, iniciada há quatro anos, ampliou as funções de Wintour, que agora supervisiona marcas como Vanity Fair, GQ e Architectural Digest.

Wintour é reconhecida por seu papel fundamental na ascensão de estilistas renomados e na promoção de ícones da cultura pop nas capas da revista. Sua gestão foi marcada por inovações, como a inclusão de homens nas capas e a escolha de temas que refletiam as mudanças sociais e culturais.

Legado e Expectativas

A saída de Wintour representa uma nova fase para a Vogue, que deverá continuar a seguir as diretrizes de inovação que ela estabeleceu. Sua influência na moda e na intersecção com o entretenimento é inegável, e a expectativa em relação ao futuro da revista é alta. A Condé Nast, ao buscar um novo líder, enfrenta o desafio de manter a relevância e a inovação que marcaram a era Wintour.

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