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Luana Piovani defende a solteirice e critica a monogamia como sacrifício

Luana Piovani afirma que prefere a solidão a um casamento desrespeitoso e discute sua luta pelos direitos de mulheres e crianças.

Luana Piovani é a entrevistada do quadro Pode Perguntar, no Fantástico deste domingo (29) (Foto: Raísa Carvalho/Divulgação Globo)
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Luana Piovani, atriz e ativista, deu uma entrevista ao programa Fantástico e falou sobre sua preferência por estar sozinha a viver um casamento em que se sente desrespeitada. Ela comentou sobre maternidade, sua carreira e experiências de rejeição na infância, lembrando a luta de sua mãe contra a depressão. Piovani destacou que a depressão é uma doença, assim como diabetes. Ela também abordou seu ativismo pelos direitos de mulheres e crianças, compartilhando uma experiência em que ajudou uma amiga expulsa de um café por causa do filho. No quadro Pode Perguntar, a atriz falou sobre arrependimentos, dizendo que não tem medo de polêmicas e que vê arrependimento como culpa. A entrevista mostrou a força de Luana como figura pública disposta a discutir temas importantes.

Luana Piovani fala sobre solidão e maternidade em entrevista ao Fantástico

São Paulo – A atriz e ativista Luana Piovani, 48 anos, revelou em entrevista ao programa Fantástico, exibido neste domingo (29), que prefere a solidão a um casamento em que se sente desrespeitada. “Se for para estar casada e sozinha, para mim é melhor ser sozinha sozinha”, declarou, enfatizando que a monogamia pode ser um sacrifício.

Durante a conversa, Piovani abordou temas como maternidade, sua trajetória profissional e experiências de rejeição na infância. A atriz se emocionou ao recordar a luta de sua mãe contra a depressão, refletindo sobre a dificuldade de compreender a dor alheia. “Hoje eu entendo que não tem nada a ver com tristeza. Depressão é doença, assim como diabetes”, afirmou.

Ativismo e polêmicas

Piovani também falou sobre sua atuação em prol dos direitos de mulheres e crianças. Ela compartilhou uma experiência marcante ao ajudar uma amiga que foi expulsa de um café por causa de seu filho. “Aí eu comecei a ter essa visão para os atípicos”, disse, referindo-se a crianças com necessidades especiais.

No quadro Pode Perguntar, onde personalidades são entrevistadas por pessoas com Transtorno do Espectro Autista, a atriz foi questionada sobre arrependimentos. “Entendo arrependimento como algo que gera culpa. Não tenho medo das polêmicas”, destacou, reafirmando sua disposição para discutir temas que incomodam.

A entrevista trouxe à tona a força de Luana Piovani como figura pública, que não hesita em expor suas opiniões e experiências, contribuindo para debates relevantes na sociedade.

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