- Scarlett Johansson se manifestou sobre o uso indevido de sua imagem em um vídeo deepfake.
- A atriz destacou os perigos da inteligência artificial e a necessidade de regulamentações para combater discursos de ódio.
- O vídeo, que viralizou, foi criado pela agência israelense Gitam BBDO em resposta a ações antissemitas de Kanye West.
- Johansson, que é judia, afirmou que não tolera antissemitismo e ressaltou a gravidade do uso não autorizado de sua imagem.
- Ela alertou que essa prática pode distorcer a percepção da realidade e aumentar discursos de ódio, enfatizando a urgência de denunciar tais ações.
Scarlett Johansson, atriz conhecida por seu trabalho em Hollywood, expressou preocupações sobre o uso indevido de sua imagem em um vídeo deepfake. A artista, que começou sua carreira aos dez anos, destacou os perigos da inteligência artificial (IA) e a necessidade de regulamentações para combater discursos de ódio.
Johansson ganhou notoriedade na adolescência com filmes como “Ghost World” e “Encontros e desencontros”. Em entrevista ao jornal britânico “The Times”, ela refletiu sobre a hipersexualização e objetificação das mulheres na indústria cinematográfica. A atriz comentou que, em sua juventude, muitos papéis oferecidos a ela eram centrados nos desejos masculinos. Contudo, ela percebe uma mudança positiva no cenário atual, com mais mulheres em posições de poder e papéis mais diversos.
Recentemente, Johansson se manifestou após descobrir que sua imagem foi utilizada sem autorização em um vídeo gerado por IA. O vídeo, que viralizou, mostrava a atriz ao lado de outras celebridades, em uma campanha criada pela agência israelense Gitam BBDO em resposta a ações antissemitas de Kanye West. A atriz afirmou que, como mulher judia, não tolera antissemitismo e enfatizou a gravidade do uso indevido da IA.
A atriz alertou que o uso de imagens de celebridades sem consentimento pode distorcer a percepção da realidade e multiplicar discursos de ódio. Johansson destacou a urgência de denunciar essa prática, afirmando que a falta de regulamentação pode levar à perda do contato com a realidade. O incidente reabre o debate sobre a ética do uso da inteligência artificial e a responsabilidade das plataformas em relação ao conteúdo gerado.
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