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Adriane Galisteu defende Virgínia Fonseca após polêmica na Grande Rio

Adriane Galisteu defende inclusão no Carnaval e critica censura, destacando legitimidade da escolha de Virgínia Fonseca na Grande Rio.

Adriane Galisteu decidiu deixar claro que não há espaço para censura quando o assunto é a maior festa popular do Brasil. (Foto: André Queiroz/Redes sociais)
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  • Adriane Galisteu defendeu a escolha de Virgínia Fonseca como rainha de bateria da Grande Rio, afirmando que não há espaço para censura no Carnaval.
  • Durante a série documental Barras Invisíveis, Galisteu criticou as polêmicas em torno da escolha, destacando a validade da inclusão de novos nomes.
  • A apresentadora afirmou que pertence ao Carnaval e não aceita questionamentos sobre seu lugar na festa.
  • Viviane Araújo também comentou a escolha, reconhecendo a tradição, mas apoiando a inclusão de novos rostos, afirmando que “Carnaval é pra todo mundo”.
  • As declarações refletem um debate sobre a evolução do Carnaval e a aceitação de novas vozes na festa.

Adriane Galisteu, apresentadora e atual rainha da bateria da Unidos da Tijuca, defendeu a escolha de Virgínia Fonseca como rainha de bateria da Grande Rio, afirmando que não há espaço para censura no Carnaval. Durante sua participação na série documental Barras Invisíveis, Galisteu criticou as polêmicas em torno da escolha da influenciadora, ressaltando que a inclusão de novos nomes é válida.

A veterana do samba, aos 52 anos, afirmou que pertence ao Carnaval e não aceita questionamentos sobre seu lugar na festa. “Meu lugar é onde eu bem quiser estar”, declarou, enfatizando que não permitirá que outros determinem onde ela deve estar. Galisteu também criticou a militância excessiva no ambiente carnavalesco, afirmando que o Carnaval não deve ser afetado por censuras.

Sobre Virgínia, Galisteu destacou que, apesar de ser nova no samba, sua presença é legítima. “A Grande Rio escolheu ela e tudo bem”, afirmou. Viviane Araújo, tradicional rainha de bateria, também comentou a escolha, reconhecendo a tradição, mas apoiando a inclusão. “Carnaval é pra todo mundo”, disse, embora tenha ressaltado a disputa pelo cargo de rainha de bateria.

As declarações de Galisteu e Araújo refletem um debate mais amplo sobre a evolução do Carnaval e a aceitação de novas vozes e rostos na maior festa popular do Brasil.

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