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Maternidade de Julia Faria traz coragem e urgência de ousar

A maternidade despertou coragem para ousar e ampliar projetos da atriz e empresária, fortalecendo a autonomia da filha para ser quem quiser

Julia Faria — Foto: Thi Santos/Glamour
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  • Julia Faria diz que a maternidade, especialmente com o nascimento de Cora em 2021 aos 35 anos, lhe trouxe coragem e a urgência de ousar.
  • A gravidez teve ganho de 30 quilos; o puerpério foi doloroso e envolveu dúvidas sobre baby blues, que ela só reconheceu com o tempo.
  • Um momento marcante foi quando o marido a apoiou, dizendo que ela estava linda, o que a ajudou a se olhar com carinho pela primeira vez após o parto.
  • Após se tornar comunicadora, ela diz ter se sentido mais livre para projetos grandes e para ir além do que imaginava antes da maternidade.
  • Ela quer que a filha tenha segurança para escolher o próprio caminho e se sentir bem ao se olhar no espelho, mantendo a própria autenticidade.

Julia Faria abre o jogo sobre a transformação que a maternidade trouxe à sua vida, destacando a coragem e a vontade de ousar. A atriz e empresária fala de reconciliação consigo mesma após o nascimento de Cora e das dores e delícias de ser mãe.

Antes da maternidade, Faria afirma ter vivido com conforto financeiro e uma carreira construída aos poucos, sem grandes ousadias. A mudança surgiu com o reencontro interno e o despertar para novas possibilidades, impulsionado pela filha mais nova.

A relação com a maternidade se tornou o eixo da sua transformação. Em 2021, quando Cora nasceu aos 35 anos, a gravidez foi descrita como maravilhosa, mas o puerpério trouxe medos e inseguranças. A autoavaliação passou a ser menos severa.

Ela relembra o momento marcante em que o marido a conforta após dias difíceis, peça-chave para aceitar a própria vulnerabilidade. Esse apoio ajudou a olhar para a autoestima de forma mais gentil e constante.

Faria relata ter passado a entender que pode ir além do que imaginava. A filha Cora се tornou fonte de coragem e da urgência de ousar. Hoje, comenta a vontade de mostrar à filha que é possível ser quem quiser.

A entrevista conclui com uma mensagem de empoderamento: pretende que Maia cresça confiando na própria identidade, tendo segurança para escolher o próprio caminho e se reconhecer no espelho sem pressões.

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