- A ex-assistente de Kanye West, Lauren Pisciotta, apresentou novas alegações de assédio sexual e má conduta, incluindo tráfico sexual e um incidente de “swatting”.
- Pisciotta começou a trabalhar com West em 2021 e entrou com uma ação judicial em junho de 2024, alegando assédio sexual e rescisão indevida de contrato.
- Ela afirma que está em estado de medo e ocultação, tendo deletado sua presença online e se escondido enquanto o processo avança.
- O advogado de Pisciotta relatou que, após a primeira denúncia, ela foi alvo de uma operação policial em sua casa, a partir de uma denúncia falsa de homicídio.
- A próxima audiência do caso está marcada para o próximo mês nos Estados Unidos, e a equipe de West nega todas as acusações, chamando-as de “ficção fantasiosa”.
Kanye West, conhecido como Ye, enfrenta sérias acusações de assédio sexual e má conduta por parte de sua ex-assistente, Lauren Pisciotta. Ela começou a trabalhar para o rapper em 2021 e, em junho de 2024, apresentou uma ação judicial alegando assédio sexual, perseguição e rescisão indevida de contrato. Recentemente, Pisciotta ampliou suas alegações, incluindo acusações de tráfico sexual e um incidente de “swatting” que teria sido organizado por West.
Atualmente, Pisciotta se encontra em estado de medo e ocultação, conforme relatado por seu advogado, Arick Fudali. Ele afirmou que ela deletou a maior parte de sua presença online e está “apenas se escondendo” enquanto o processo judicial avança. A próxima audiência do caso está marcada para o próximo mês nos Estados Unidos.
Na ação revisada, Pisciotta relata que, seis dias após a primeira denúncia, foi alvo de uma operação policial em sua residência na Flórida, após uma denúncia falsa de que ela teria cometido um homicídio. Além disso, ela afirma ter recebido ameaças de pessoas que a aconselhavam a não prosseguir com a ação judicial contra West.
Durante seu tempo trabalhando com o rapper, Pisciotta alega ter sido repetidamente assediada sexualmente. Um dos incidentes mais graves ocorreu enquanto trabalhava no álbum DONDA, quando West teria invadido seu quarto de hotel e a agredido sexualmente. Ela também menciona que West frequentemente expunha seus funcionários a comportamentos racistas e antissemitas.
O advogado de Pisciotta destacou que algumas postagens de West nas redes sociais parecem corroborar as alegações de sua cliente. A equipe de West, por sua vez, nega todas as acusações, chamando-as de “ficção fantasiosa” e afirmando que estão prontas para contestar as alegações em tribunal.
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