- Mônica Martelli retorna aos palcos com o espetáculo “Minha Vida em Marte”, que já atraiu mais de 380 mil espectadores.
- Aos 57 anos, a atriz reflete sobre sua nova relação com o corpo e a maturidade, abordando temas como envelhecimento e feminismo.
- Em entrevista, Mônica destaca que o teatro oferece uma experiência única a cada apresentação, com plateias diferentes.
- A artista finalizou o filme “Minha Amiga” em parceria com Ingrid Guimarães, celebrando 30 anos de amizade.
- Mônica discute o etarismo e a luta contra os tabus do envelhecimento feminino, ressaltando o preconceito enfrentado por mulheres maduras.
Mônica Martelli retorna aos palcos com o espetáculo “Minha Vida em Marte”, que já atraiu mais de 380 mil espectadores. A atriz e escritora, aos 57 anos, reflete sobre sua nova relação com o corpo e a maturidade, abordando temas como envelhecimento e feminismo. Em entrevista à Glamour, Mônica destaca que o teatro é uma experiência única a cada apresentação, com plateias diferentes e energias renovadas.
A artista, conhecida por seu humor ao tratar de questões femininas, como crise conjugal e machismo, afirma que “o humor é uma ferramenta eficaz para abordar temas delicados”. Mônica acredita que a maturidade trouxe uma nova perspectiva sobre o corpo e o prazer. Ela comenta: “Hoje eu me acho mais bonita… O sexo fica melhor porque você não tem vergonha de falar de desejo”. Essa transformação é vista como uma conquista que a maturidade proporciona.
Além de seu retorno ao teatro, Mônica finalizou o filme “Minha Amiga”, em parceria com Ingrid Guimarães, celebrando 30 anos de amizade. A atriz destaca a importância dessa colaboração, que surge após anos de trajetórias distintas. “Nunca tínhamos trabalhado juntas e agora nos reencontramos, depois dos 50”, afirma Mônica, ressaltando a conexão entre suas histórias e a de Ingrid.
Mônica também discute o etarismo e a luta contra os tabus do envelhecimento feminino. Ela observa que, embora haja avanços, ainda existe um preconceito significativo em relação às mulheres maduras. “A mulher não está autorizada a envelhecer. Somos muito julgadas e questionadas quando isso acontece”, conclui. A atriz continua a usar sua voz para promover reflexões sobre a condição feminina e a busca por uma vida plena e autêntica.
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