- Cardi B enfrenta um processo judicial movido pela segurança Emani Ellis, que a acusa de agressão em fevereiro de 2018, quando a rapper estava grávida.
- Durante o julgamento, Cardi B negou as acusações e afirmou que Ellis a seguiu e gravou sem permissão.
- A rapper relatou que estava em uma consulta médica em Beverly Hills e pediu para a segurança parar de gravar, mas a situação escalou.
- Ellis alega ter sido atacada, mas retirou a alegação de demissão relacionada ao caso.
- O julgamento continua em Alhambra, Califórnia, com novas testemunhas e evidências sendo apresentadas.
Cardi B está enfrentando um processo judicial movido pela segurança Emani Ellis, que a acusa de agressão durante um incidente em fevereiro de 2018, quando a rapper estava grávida. Durante o julgamento, Cardi B negou as acusações e afirmou que Ellis a seguiu e gravou sem permissão.
A rapper, cujo nome verdadeiro é Belcalis Almánzar, relatou que estava em uma consulta médica em Beverly Hills quando encontrou Ellis, que teria falado seu nome em voz alta e a seguido pelo corredor. Cardi B alegou que pediu para a segurança parar de gravar, mas a situação escalou para uma troca verbal. “Eu não a toquei,” afirmou repetidamente durante seu depoimento.
Ellis, por sua vez, alega que Cardi B a atacou, cortando seu rosto com uma unha longa e a esbofeteando. No entanto, durante o julgamento, a segurança retirou a alegação de demissão relacionada ao caso. Cardi B também mencionou que, após o incidente, Ellis fez postagens online que foram vistas por seus fãs, o que a levou a corrigir as “mentiras” disseminadas.
Detalhes do Julgamento
O julgamento, que ocorre em Alhambra, Califórnia, trouxe à tona detalhes do confronto. Cardi B descreveu como se sentiu ameaçada pela segurança, que teria se aproximado de forma agressiva. “Ela estava literalmente na minha cara,” relatou a rapper, que estava preocupada com sua gravidez. O advogado de Ellis, Ron Rosen Janfaza, a caracterizou como uma testemunha hostil, mas Cardi B respondeu com bom humor às perguntas.
O médico que atendeu Ellis também testemunhou, afirmando que ela apresentava cicatrizes que poderiam ter sido causadas por unhas. No entanto, a defesa questionou a veracidade das alegações, apontando que Cardi B é canhota, enquanto as cicatrizes indicavam um ataque de um indivíduo destro.
Ellis, que processou Cardi B em fevereiro de 2020, inicialmente alegou que a rapper usou sua fama para fazer com que ela fosse demitida. Contudo, o advogado de Ellis confirmou que a cliente retirou essa alegação. O julgamento continua, com novas testemunhas e evidências sendo apresentadas.
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