- Fernando Tejero, ator espanhol conhecido por seu papel em “Aquí no hay quien viva”, compartilhou sua trajetória pessoal em entrevista.
- Ele revelou ter enfrentado uma infância difícil, marcada por uma relação complicada com a família e problemas de autoestima.
- Tejero decidiu deixar “La que se avecina” para buscar novos papéis e explorar sua verdadeira identidade.
- Em setembro, ele estreará como um monge em “El cautivo”, de Alejandro Amenábar, um papel que promete destacar sua maturidade dramática.
- O ator, que começou a atuar aos oito anos, busca redefinir sua carreira e lidar com os desafios de sua história pessoal.
Fernando Tejero, ator espanhol famoso por seu papel como Emilio Delgado na série “Aquí no hay quien viva”, compartilhou sua trajetória pessoal em recente entrevista. Aos 60 anos, Tejero revelou sua infância difícil, marcada por uma relação complexa com sua família e desafios de autoestima. Ele descreveu sua luta interna, afirmando que sua autoestima estava “a altura das rodilhas”, uma reflexão sobre sua jornada emocional.
O ator, que também interpretou Fermín Trujillo em “La que se avecina”, decidiu deixar a série para buscar novos papéis e explorar sua verdadeira identidade. Em setembro, ele estreará como um monge em “El cautivo”, de Alejandro Amenábar, um papel que promete mostrar sua maturidade dramática. Tejero enfatizou que sua decisão de sair da série foi um passo importante para se libertar de um personagem que o acompanhou por anos.
Tejero cresceu em Córdoba, onde foi criado por sua tia avó após sua mãe o entregar a ela quando ele tinha apenas nove meses. Ele compartilhou que essa experiência moldou sua vida e sua visão sobre relacionamentos familiares. O ator também falou sobre o bullying que sofreu na infância, relacionado à sua orientação sexual, e como isso impactou sua autoestima.
A atuação surgiu como uma forma de expressão e libertação para Tejero. Desde os oito anos, ele participou de peças de teatro escolares, e aos 13, encontrou inspiração nas obras de Federico García Lorca. Sua trajetória o levou a Madrid, onde começou a estudar arte dramática e a se afirmar como artista. Tejero reconhece que, apesar de ser conhecido como Emilio, sua carreira é muito mais ampla, com prêmios e uma variedade de papéis no teatro e no cinema.
Agora, ao se afastar de “La que se avecina”, Tejero busca redefinir sua identidade e explorar novas facetas de sua carreira, enquanto continua a lidar com os desafios de sua história pessoal.
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