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Meta libera chatbots de celebridades, incluindo Taylor Swift, para interações sexuais

Meta enfrenta investigações por uso não autorizado de imagens de celebridades em chatbots, gerando preocupações sobre segurança e ética

Taylor Swift no Grammy 2025 (Foto: Reprodução)
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  • A Meta, controladora do WhatsApp, Instagram e Facebook, enfrenta acusações de apropriação indevida de nomes e imagens de celebridades para criar chatbots sem autorização.
  • Entre as celebridades mencionadas estão Taylor Swift, Scarlett Johansson, Anne Hathaway e Selena Gomez.
  • Os chatbots geraram interações inapropriadas e românticas com usuários, levando a investigações e possíveis ações legais.
  • A empresa removeu cerca de uma dúzia de bots após ser alertada sobre o conteúdo inadequado.
  • A Meta está revisando suas diretrizes internas, especialmente em relação à criação de chatbots com celebridades infantis, após a geração de imagens inapropriadas.

A Meta, controladora do WhatsApp, Instagram e Facebook, enfrenta novas acusações de apropriação indevida de nomes e imagens de celebridades para criar chatbots sem autorização. Entre as figuras envolvidas estão Taylor Swift, Scarlett Johansson, Anne Hathaway e Selena Gomez. A situação gerou investigações e possíveis ações legais, especialmente após relatos de interações inapropriadas e românticas com usuários.

Os chatbots, que foram desenvolvidos tanto por usuários quanto por um funcionário da Meta, foram removidos após a empresa ser alertada sobre o conteúdo inadequado. Cerca de uma dúzia de bots, incluindo avatares paródia, foram excluídos antes da publicação de reportagens sobre o caso. Um porta-voz da Meta, Andy Stone, não comentou sobre as remoções, mas reconheceu que as ferramentas de IA da empresa não deveriam ter gerado imagens íntimas de celebridades.

Além disso, a Meta permitiu a criação de chatbots com celebridades infantis, como o ator Walker Scobell, de 16 anos. Um bot gerou uma imagem realista do jovem sem camisa, levantando preocupações sobre a sexualização de crianças. Stone afirmou que a empresa está revisando suas diretrizes internas, que anteriormente permitiam interações românticas com menores.

A situação se agrava com a possibilidade de ações judiciais por parte das celebridades afetadas. Duncan Crabtree-Ireland, diretor do SAG-AFTRA, destacou os riscos de segurança que artistas enfrentam devido a vínculos românticos criados por usuários com esses bots. A Meta já havia sido criticada anteriormente por suas diretrizes que permitiam conversas sensuais envolvendo crianças, o que levou a uma investigação do Senado dos EUA.

Os chatbots da Meta, que alcançaram mais de 10 milhões de interações, foram criados como parte de testes de produtos. No entanto, a empresa removeu esses bots rapidamente após o início das investigações. A situação continua a evoluir, com representantes de algumas celebridades considerando suas respostas às ações da Meta.

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