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Humorista negro gera polêmica ao usar maquiagem de 7h para ‘virar’ branco nos EUA

Druski gera polêmica ao se maquiar como homem branco em esquete da Nascar, levantando debates sobre representações raciais e liberdade de expressão

Humorista passa por sete horas de maquiagem para interpretar um personagem americano branco (Foto: Reprodução)
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  • O comediante negro Druski gerou polêmica ao se maquiar como um homem branco durante uma corrida da Nascar.
  • A esquete, que já acumulou milhares de visualizações, foi realizada pela maquiadora Kaylee Kehne-Swisher e levou cerca de sete horas.
  • O vídeo apresenta Druski em um estereótipo do americano típico, com tatuagens patrióticas e referências à música “Born In The USA”.
  • Críticos acusaram Druski de praticar “black face reverso”, levantando debates sobre os limites do humor e representações raciais.
  • Kaylee explicou que o processo de maquiagem envolveu a neutralização da cor da pele original e a aplicação de camadas para alcançar o tom desejado.

O comediante negro norte-americano Druski, conhecido por suas performances que abordam questões culturais, gerou polêmica ao se maquiar como um homem branco durante uma corrida da Nascar. A esquete, publicada recentemente, já acumulou milhares de visualizações e reações diversas nas redes sociais.

A maquiagem, realizada pela maquiadora Kaylee Kehne-Swisher, levou cerca de sete horas e utilizou técnicas comuns em Hollywood para igualar tons de pele. O vídeo, que apresenta Druski em um estereótipo do americano típico, inclui elementos como tatuagens patrióticas e referências à música “Born In The USA”. O título da esquete, “Este cara tem ORGULHO em ser americano”, reflete a intenção humorística por trás da performance.

Apesar do sucesso, a ação não foi bem recebida por todos. Críticos acusaram Druski de praticar “black face reverso”, uma técnica que remete a práticas racistas do passado. A discussão se intensificou nas redes sociais, onde alguns seguidores questionaram a legitimidade da performance, enquanto outros defenderam a liberdade de expressão no humor.

Kaylee, que já trabalhou em produções como “Guardiões da Galáxia” e “Pantera Negra”, explicou que o processo de maquiagem envolveu a neutralização da cor da pele original e a aplicação de camadas para alcançar o tom desejado. A repercussão da esquete levanta questões sobre os limites do humor e a sensibilidade em torno de representações raciais na sociedade contemporânea.

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