- Paolla Oliveira foi convidada para ser rainha de bateria da escola de samba Grande Rio.
- Durante entrevista ao videocast ‘Conversa vai, conversa vem’, a atriz falou sobre a relação da mulher com o carnaval.
- Ela mencionou que recebeu conselhos alertando sobre os riscos à sua carreira, mas destacou a importância de se libertar de estigmas.
- Paolla também comentou sobre a saúde de seu pai, que enfrenta problemas de saúde, e a necessidade de cuidar de si mesma e da família.
- A atriz defendeu que o carnaval deve representar a liberdade e a força feminina, criticando a objetificação das mulheres na sociedade.
Paolla Oliveira, atriz e agora rainha de bateria da escola de samba Grande Rio, compartilhou suas reflexões sobre o impacto dessa decisão em sua carreira. Durante entrevista ao videocast ‘Conversa vai, conversa vem’, a artista abordou a relação da mulher com o carnaval e sua redescoberta pessoal.
A artista revelou que, ao aceitar o convite, recebeu diversos conselhos alertando sobre os riscos à sua carreira. “Quando me chamaram, ouvi que minha carreira iria cair, que eu ia perder valor”, disse Paolla, que enfatizou a importância de se libertar de estigmas associados à mulher no carnaval. Para ela, a festa é um espaço de expressão e identidade, onde a diversidade e a ancestralidade são celebradas.
Além de discutir sua nova posição, Paolla também mencionou a saúde de seu pai, que está enfrentando problemas de saúde. “O carnaval dependia de mim emocionalmente, fisicamente. Não ia dar conta”, afirmou, ressaltando a necessidade de cuidar de si mesma e de sua família.
A atriz também refletiu sobre a pressão que as mulheres enfrentam na sociedade. “Não pode mais colocar mulher como objeto de desejo, associar ser bem-sucedido sexualmente, socialmente, economicamente”, destacou. Paolla Oliveira se mostra determinada a mudar essa narrativa, buscando um carnaval que represente a liberdade e a força feminina.
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