- Sabrina Carpenter apresentou ao vivo a música “Tears” no MTV Video Music Awards 2025, realizado em 7 de setembro.
- A performance incluiu uma mensagem de apoio aos direitos trans, com dançarinos segurando cartazes.
- Carpenter homenageou a apresentação de Britney Spears em “Baby One More Time” durante sua performance.
- A artista está concorrendo a oito prêmios, incluindo Vídeo do Ano por “Manchild”.
- Seu álbum “Man’s Best Friend” estreou em primeiro lugar na Billboard 200, com 366 mil unidades vendidas.
Sabrina Carpenter fez sua estreia ao vivo da música “Tears” durante a cerimônia do MTV Video Music Awards 2025, realizada no último domingo, 7 de setembro. A apresentação impactante começou com a artista emergindo de um esgoto, acompanhada por dançarinos, incluindo estrelas de *RuPaul’s Drag Race*.
A performance foi marcada por uma forte mensagem de apoio aos direitos trans, com dançarinos segurando cartazes que diziam “Protect Trans Rights” e “Support Local Drag”. Carpenter, vestindo um top brilhante e calças pretas, fez uma homenagem à icônica apresentação de Britney Spears em “Baby One More Time”, enquanto uma chuva artificial caía sobre o palco.
Reconhecimento e Conquistas
A artista de 26 anos está concorrendo a oito prêmios nesta edição do VMA, incluindo o cobiçado Vídeo do Ano com a canção “Manchild”. Além disso, ela é indicada nas categorias de melhor artista pop, melhor álbum e melhor direção. O álbum “Man’s Best Friend”, lançado em agosto, estreou em primeiro lugar na Billboard 200, com 366 mil unidades equivalentes vendidas na semana que terminou em 4 de setembro.
Com 224 mil dessas vendas sendo de álbuns físicos, este é um marco na carreira da cantora, que já havia alcançado o topo da Billboard anteriormente. O álbum é considerado a maior estreia de uma artista feminina em 2025 até o momento, superando outros lançamentos de grandes nomes da música.
Carpenter, que já havia se apresentado no VMA no ano anterior, continua a demonstrar seu compromisso com causas sociais, especialmente em um momento em que a defesa dos direitos LGBTQ+ é mais crucial do que nunca.
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