- Claudia Cardinale, símbolo glamouroso do cinema italiano pós-guerra, faleceu aos 87 anos, conforme reportado pela AFP e outros veículos franceses.
- Criada na Tunísia, Cardinale foi apresentada ao cinema em 1957, após vencer um concurso de beleza. Sua voz foi dublada em seus primeiros papéis devido ao seu dialeto siciliano.
- Alcançou fama internacional em 1963, com filmes como *8-1/2*, de Federico Fellini, e *O Leopardo*, ao lado de Burt Lancaster. Também apareceu em produções de Hollywood, como *A Pantera Cor-de-Rosa* e *Era Uma Vez no Oeste*.
- A carreira sofreu um golpe na década de 1970, após se separar do produtor Franco Cristaldi. O ostracismo resultou na recusa de Visconti para seu último filme, *O Inocente* (1976).
- Franco Zeffirelli a ajudou, escalando-a para a minissérie de televisão *Jesus de Nazaré* (1977). Cardinale continuou a trabalhar no teatro e em filmes europeus até o final de sua vida.
- Recebeu um reconhecimento pelo conjunto da obra no Festival de Cinema de Berlim em 2002. Cardinale disse que atuar foi uma grande carreira. “Eu vivi mais de 150 vidas, prostituta, santa, romântica, todo tipo de mulher, e é maravilhoso ter essa oportunidade de mudar a si mesmo.”
Estrela do Cinema Italiano Claudia Cardinale Morre Aos 87 Anos
Claudia Cardinale, símbolo glamouroso do cinema italiano pós-guerra, faleceu aos 87 anos, conforme reportado pela AFP e outros veículos franceses.
Início de Carreira
Cardinale, criada na Tunísia em uma família de origem siciliana, foi apresentada ao mundo do cinema em 1957, após vencer um concurso de beleza em Túnis. Sua voz foi dublada em seus primeiros papéis na tela italiana devido ao seu dialeto siciliano e educação em francês.
Fama Internacional
Ela alcançou fama internacional em 1963, com participações em filmes como *8-1/2*, de Federico Fellini, e *O Leopardo*, ao lado de Burt Lancaster. Cardinale também apareceu em produções de Hollywood, como *A Pantera Cor-de-Rosa* e *Era Uma Vez no Oeste*.
Ostracismo e Retorno
A carreira de Cardinale sofreu um golpe na década de 1970, após se separar do produtor Franco Cristaldi. O ostracismo resultou na recusa de Visconti para seu último filme, *O Inocente* (1976). Franco Zeffirelli a ajudou, escalando-a para a minissérie de televisão *Jesus de Nazaré* (1977).
Vida Pessoal e Legado
Cardinale, conhecida por sua voz rouca e hábitos de fumar, era uma mulher independente e de espírito livre. Ela desafiou o protocolo do Vaticano ao comparecer a uma reunião com o papa Paulo VI de minissaia.
Últimos Anos
Cardinale continuou a trabalhar no teatro e em filmes europeus até o final de sua vida. Ela recebeu um reconhecimento pelo conjunto da obra no Festival de Cinema de Berlim em 2002.
Cardinale disse que atuar foi uma grande carreira. “Eu vivi mais de 150 vidas, prostituta, santa, romântica, todo tipo de mulher, e é maravilhoso ter essa oportunidade de mudar a si mesmo.”
Entre na conversa da comunidade