- Louis Tomlinson, ex-integrante da boyband One Direction, descartou a possibilidade de uma reunião do grupo após a morte de Liam Payne.
- Em entrevista à Rolling Stone UK, Tomlinson afirmou que não se sente confortável com a ideia de um reencontro, embora tivesse esperanças anteriormente.
- O cantor lançará seu terceiro álbum, “How Did I Get Here?”, em 23 de janeiro de 2024, e comentou sobre a romantização da ideia de uma reunião.
- Tomlinson também anunciou um documentário em parceria com Zayn Malik, que será exibido na Netflix, mostrando uma aventura pelos Estados Unidos e temas pessoais.
- Ele destacou que a última apresentação do grupo foi um momento perfeito e que deseja manter essa memória.
Louis Tomlinson, ex-integrante da boyband One Direction, descartou a possibilidade de uma reunião do grupo, especialmente após a morte de Liam Payne. Em entrevista à Rolling Stone UK, Tomlinson expressou que, embora tenha nutrido a esperança de um reencontro, a realidade mudou drasticamente. “Não consigo imaginar um momento em que me sentiria confortável fazendo isso,” afirmou.
O cantor, que se prepara para lançar seu terceiro álbum, “How Did I Get Here?”, em 23 de janeiro de 2024, comentou sobre sua experiência ao assistir à reunião do Oasis. Ele refletiu que a ideia de uma reunião do One Direction pode ser mais uma romantização do passado do que uma possibilidade real. “Agora, me surpreenderia muito se isso acontecesse,” disse.
Novo Documentário e Música
Além de seu álbum, Tomlinson também anunciou um documentário em parceria com Zayn Malik. O projeto, que será exibido na Netflix, mostrará uma aventura dos dois pelos Estados Unidos e abordará temas como vida, amor, perda e paternidade. O documentário promete oferecer uma visão íntima da relação entre os ex-integrantes, mostrando um lado mais pessoal de suas vidas.
Tomlinson ressaltou que a última apresentação do grupo, antes da morte de Payne, foi um momento perfeito e que gostaria de manter essa memória. A nova fase musical do cantor promete ser uma jornada emocional, contrastando com as sonoridades mais sombrias de seu álbum anterior, “Faith in the Future”.
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