- Cantor Chris Brown, 36 anos, enfrenta julgamento em fevereiro de 2025 por ataque de seu cão a uma funcionária, Maria Avila, na residência dele, em Los Angeles, em dezembro de 2020; Avila processa Brown por danos e sofrimento emocional, alegando ferimentos graves, incluindo desfiguração e danos neurológicos.
- Trechos do depoimento de Brown, apresentados em abril, descrevem a noite do incidente: não ouviu gritos, não viu sangue ao sair de casa, e foi o gerente quem sugeriu que ele deixasse o local.
- Brown afirma que não se comunicou com a funcionária, pois ela estava inconsciente; ao se afastar, teria visto sangue, mas não parou para observar os ferimentos.
- O relato da vítima difere: Avila diz ter sido atacada enquanto retirava o lixo, Brown a ignorou e fugiu, enquanto ela estava gravemente ferida no chão.
- Brown contestou a ação por anos e busca excluir danos emocionais e punitivos; há também depoimento da irmã de Avila, presente no momento do ataque, que também busca reparação, e a audiência está marcada para o início de 2025.
Chris Brown, cantor de 36 anos, está se preparando para um julgamento em fevereiro de 2025, relacionado a um ataque de seu cão a uma funcionária, Maria Avila, em sua residência em Los Angeles, em dezembro de 2020. Avila processa Brown por danos e sofrimento emocional, alegando que o ataque do cão causou ferimentos graves, incluindo desfiguração e danos neurológicos.
Em depoimentos apresentados em abril, Brown descreve a noite do incidente, afirmando que não ouviu os gritos de Avila e que não viu sangue ao sair de casa. Segundo ele, foi seu gerente quem sugeriu que ele deixasse o local. A versão de Brown contrasta fortemente com o relato da vítima, que afirma ter sido atacada enquanto retirava lixo. Ela relata que Brown a ignorou e fugiu, enquanto ela estava gravemente ferida no chão.
Detalhes do Depoimento
Durante seu depoimento, Brown disse que, ao ouvir o cão, Hades, growling, decidiu descer. Ele encontrou Avila caída, mas não a tocou, apenas verificou se ela estava respirando. Brown afirmou que não se comunicou com a funcionária, pois ela estava inconsciente. Ele também mencionou que, ao se afastar, viu sangue, mas não se deteve para observar os ferimentos.
Brown tem contestado a ação judicial por anos e busca a exclusão das alegações de danos emocionais e punitivos da ação de Avila. A situação é complexa, envolvendo também um depoimento da irmã de Avila, que estava presente no momento do ataque e também busca reparação.
A disputa legal se intensifica à medida que novas informações surgem, e o desfecho do caso poderá impactar significativamente a carreira do artista. A audiência está marcada para o início de 2025, e ambos os lados se preparam para apresentar suas versões dos eventos.
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