- Nos primeiros anos do Jimmy Kimmel Live!, o programa estreou em 2003 com exibição ao meio‑dia, 12h05, e frequência de convidados baixa, dependendo de amigos como Sarah Silverman, Adam Carolla, David Alan Grier, Anthony Anderson e Kathy Griffin para manter a transmissão.
- Kimmel disse ter orado para que a American Broadcasting Company (ABC) cancelasse o programa, frustrado com a falta de convidados e a instabilidade do formato.
- Em setembro de 2025, o show ficou suspenso por alguns dias após comentários controversos sobre a morte de Charlie Kirk, retornando ao ar em 23 de setembro após negociações com a Disney e a ABC.
- A Walt Disney Company informou que as conversas com Kimmel foram fundamentais para a decisão de reintegrar o programa, reconhecendo que alguns comentários foram mal colocados e insensíveis.
- Durante a suspensão, centenas de celebridades, entre elas Ben Affleck e Jennifer Aniston, defenderam a liberdade de expressão em carta aberta.
Nos primeiros anos de “Jimmy Kimmel Live!”, o apresentador enfrentou desafios significativos que o levaram a orar para que a ABC cancelasse seu programa. Em entrevista ao podcast “Where Everybody Knows Your Name”, Kimmel revelou que não sabia o que estava fazendo e frequentemente se sentia frustrado com a falta de convidados e a instabilidade do formato. O programa, que estreou em 2003, tinha como horário de exibição 12h05 e, muitas vezes, não contava com convidados confirmados.
O humorista recordou momentos em que, às 17h30, ainda não tinha ninguém para a transmissão daquela noite. Para contornar essa situação, ele recorria a amigos, como Sarah Silverman, Adam Carolla, David Alan Grier, Anthony Anderson e Kathy Griffin, que estavam sempre prontos para ajudar. Kimmel destacou a importância dessas pessoas, afirmando que “Deus os abençoe, porque eu precisava deles”.
Após um breve hiato em setembro de 2025 devido a comentários controversos feitos após a morte de Charlie Kirk, Kimmel retornou ao ar em 23 de setembro. A suspensão do programa gerou polêmica, com centenas de celebridades, incluindo Ben Affleck e Jennifer Aniston, defendendo a liberdade de expressão em uma carta aberta. A Walt Disney Company, em comunicado, afirmou que as conversas com Kimmel foram fundamentais para a decisão de reintegrar o programa, reconhecendo que alguns comentários foram “mal colocados e insensíveis”.
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