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Blake Lively faz novas exigências em ação de assédio enquanto Baldoni permanece focado no julgamento

Blake Lively apresentou nova moção em 30 de outubro, exigindo todas as versões do vídeo do parto domiciliar; caso segue para julgamento em março de 2026

Blake Lively filed a new motion demanding that “It Ends With Us” producer Jamey Heath (pictured on the right) and over footage of his wife fully naked during a home-birth that she claims was shown to her “without her consent or any warning in the workplace.” GC Images
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  • Blake Lively apresentou nova moção em 30 de outubro exigindo que o produtor Jamey Heath entregue todas as versões de um vídeo de parto domiciliar, alegando consentimento violado e que o material foi exibido no set do filme It Ends With Us.
  • O caso envolve alegações de violação de privacidade, com Lively dizendo que o vídeo foi mostrado para ilustrar a cena de parto e descrito como pornografia, o que a deixou extremamente incomodada.
  • A atriz afirma que Heath não cumpriu uma ordem judicial anterior e forneceu apenas um clipe de três minutos que não corresponde ao material exibido.
  • O julgamento de Lively está marcado para março de 2026, enquanto Baldoni foca em uma ação de difamação/extorsão contra Lively e Ryan Reynolds, encerrada pelo juiz Lewis Liman, que apontou a recusa de Baldoni em apresentar uma queixa alterada para manter possibilidade de apelação.
  • O caso também envolve desconforto de Lively com decisões de Baldoni durante as filmagens, como a escolha de um amigo para interpretar o médico na cena de parto; o ator Adam Mondschein afirmou que a atriz não demonstrou desconforto e as gravações ocorreram de forma profissional.

Blake Lively apresentou uma nova moção em 30 de outubro, exigindo que o produtor Jamey Heath entregue todas as versões de um vídeo de parto domiciliar que, segundo ela, foi exibido sem seu consentimento. O caso está relacionado ao filme *It Ends With Us*, onde Lively alega que o vídeo foi mostrado no set, caracterizando-se como uma violação de privacidade.

As acusações de Lively incluem que Heath exibiu o vídeo a ela e a um assistente, descrevendo-o como pornografia. A atriz afirma que a exibição ocorreu para ilustrar a visão da cena de parto no filme, o que a deixou extremamente incomodada. Em sua moção, Lively alega que Heath não cumpriu uma ordem judicial anterior, que exigia a entrega do vídeo completo, e que ele forneceu apenas um clipe de três minutos que não corresponde ao que foi exibido.

Desdobramentos do Caso

O julgamento de Lively está agendado para março de 2026, enquanto Justin Baldoni, co-estrela e diretor do filme, se concentra em sua própria ação judicial. Recentemente, Baldoni teve uma ação de difamação e extorsão contra Lively e seu marido, Ryan Reynolds, encerrada pelo juiz Lewis Liman, que indicou que Baldoni optou por não apresentar uma queixa alterada para manter a possibilidade de apelação.

Além disso, Lively já havia expressado desconforto com outras decisões de Baldoni durante as filmagens, incluindo a escolha de um amigo para interpretar seu médico na cena de parto, o que ela considerou invasivo. No entanto, Adam Mondschein, que atuou como o médico, contradisse a atriz, afirmando que ela nunca demonstrou desconforto durante as gravações, que ocorreram de maneira profissional.

O caso continua a atrair atenção, dada a gravidade das alegações e os desdobramentos legais que se seguem.

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