- João Baião e Paulo Oom, dubladores de Portugal, foram os protagonistas de um episódio especial do podcast Era Uma Voz no Tribeca Festival Lisboa, com a participação de Mike Wazowski e Randall Boggs para falar sobre a trajetória dos profissionais e a importância do riso na dublagem.
- Baião, a voz de Mike, contou sobre a experiência no teatro e na televisão, ressaltando que descobriu as artes performativas após uma infância dedicada ao esporte.
- Paulo Oom, ícone da dublagem, já deu voz a Gato das Botas e Grinch, destacando a qualidade da adaptação cultural na versão portuguesa de Shrek.
- A conversa abordou o papel do humor na dublagem, explorando a ideia de que gargalhadas podem ser mais marcantes que sustos, em referência ao filme Monstros e Companhia.
- Tomás Delfim participou do debate, trazendo perspectivas sobre o universo da dublagem e a ligação emocional que ela proporciona ao público.
João Baião e Paulo Oom, renomados dubladores em Portugal, foram os protagonistas de um episódio especial do podcast *Era Uma Voz*. No evento, que ocorreu no Tribeca Festival Lisboa, os personagens Mike Wazowski e Randall Boggs discutiram a trajetória dos dubladores e a importância do riso na arte da dublagem.
Durante a conversa, Baião, que dá voz a Mike, compartilhou suas experiências no teatro e na televisão. O dublador, conhecido por seu papel no programa *A Casa Feliz*, revelou que se descobriu nas artes performativas após uma infância dedicada ao esporte. Oom, por sua vez, é um ícone na dublagem, tendo emprestado sua voz a personagens célebres como Gato das Botas e Grinch.
A Importância do Riso
A discussão abordou como as gargalhadas podem ser mais poderosas que os sustos, tema central do filme *Monstros e Companhia*. O episódio também contou com a participação de Tomás Delfim, que acrescentou suas perspectivas sobre o universo da dublagem e a conexão emocional que ela proporciona.
Oom destacou que sua intenção ao dublar Shrek foi trazer um sotaque das Beiras, conectando o personagem à cultura local. Ele afirmou que a versão portuguesa do ogro, interpretada por Zé Jorge, é superior à original, ressaltando a riqueza da adaptação cultural. A conversa no podcast refletiu não apenas sobre a carreira dos dubladores, mas também sobre o impacto que suas vozes têm na formação da memória afetiva do público.
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