- A cantora Selena Quintanilla morreu em 1995, aos 23 anos, vítima de ferimento por arma de fogo; o atirador foi Yolanda Saldívar, ex-presidente do fã-clube da artista.
- O laudo de autópsia, feito cerca de três horas após o falecimento, aponta que a bala entrou pelas costas, atravessou as costelas e danificou a artéria subclávia, causando hemorragia maciça.
- O legista Lloyd White descreveu a morte como exsanguinação interna e externa, com ferimentos graves que levaram ao desfecho fatal. Saldívar foi condenada à prisão perpeta em mil novecentos e noventa e cinco, com possibilidade de liberdade condicional.
- Recentemente, o pedido de liberdade condicional de Saldívar foi negado; ela poderá tentar novamente apenas em 2030. O documentário Selena y Los Dinos: A Family Legacy, da Netflix, traz imagens inéditas e novas informações sobre a vida e a tragédia de Selena, dirigido por Chris Pérez e Suzette Quintanilla.
A morte trágica da cantora Selena Quintanilla, ocorrida em 1995, continua a gerar interesse e novas informações. Recentemente, detalhes do relatório de autópsia da artista foram revelados, em meio ao lançamento do documentário Selena y Los Dinos: A Family Legacy, disponível na Netflix. A produção, que explora a vida da estrela, trouxe à tona informações sobre os ferimentos que levaram à sua morte.
Selena, aos 23 anos, foi assassinada por Yolanda Saldívar, ex-presidente de seu fã-clube. O relatório de autópsia, realizado apenas três horas após o falecimento, confirmou que a causa da morte foi um ferimento por arma de fogo na parte inferior do ombro direito. De acordo com o documento, a bala entrou pelas costas, atravessou as costelas e danificou a artéria subclávia, resultando em hemorragia maciça.
Detalhes do Relatório de Autópsia
O legista Lloyd White, responsável pela autópsia, descreveu a morte de Selena como um resultado de exsanguinação interna e externa. A gravidade dos ferimentos foi tal que a artéria subclávia foi severamente lesionada, contribuindo para o desfecho fatal. Saldívar, que alegou que o disparo foi acidental, foi condenada a prisão perpétua em 1995, com possibilidade de liberdade condicional.
Recentemente, o pedido de liberdade condicional de Saldívar foi negado, e ela só poderá solicitar novamente em 2030. A nova análise dos eventos e o documentário têm reacendido o interesse pelo legado de Selena, que permanece uma figura icônica na música latina.
O documentário, produzido por Chris Pérez, marido de Selena, e Suzette Quintanilla, irmã da cantora, apresenta imagens inéditas da artista e busca aprofundar a compreensão sobre sua vida e a tragédia de sua morte.
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