- O artista francês JR vai envolver a Pont Neuf, a mais antiga ponte sobre o Sena em Paris, com tecido por três semanas em junho, criando uma cavidade artificial.
- O projeto, batizado Pont Neuf Cavern, ocorrerá de 6 a 28 de junho do próximo ano e manterá a ponte aberta ao público.
- JR considera esse o maior desafio da sua carreira, após ganhar notoriedade com projetos fotográficos de grande escala.
- A iniciativa remete ao histórico wrap feito por Christo e Jeanne-Claude na mesma ponte, em 1985, ocorrendo quatro décadas depois.
- Em entrevista ao Guardian, JR, que tem 42 anos e costuma ser visto com óculos de aviador, disse que pretende deixar uma marca na cidade de Paris e no mundo.
O artista francês JR anunciou um desafio significativo para o próximo verão: envolver o Pont Neuf, a ponte mais antiga que cruza o Sena em Paris, com tecido durante três semanas, criando uma cavidade artificial no conjunto. A iniciativa, batizada Pont Neuf Cavern, acontecerá de 6 a 28 de junho e manterá a passagem de pedestres aberta ao público.
O projeto transforma a ponte em uma espécie de escultura urbana, seguindo a tradição de grandes instalações de Christo e Jeanne-Claude, que envolveram o Pont Neuf em 1985. JR descreve a obra como o maior desafio de sua carreira, prometendo uma intervenção que disruptiva e marcante para a vida da cidade.
O Pont Neuf Cavern terá duração de três semanas e ocupará toda a extensão da ponte, com 232 metros de comprimento. A ideia é gerar uma cavidade visível a partir do sonho de transformar a estrutura em uma formação rochosa urbana, mantendo a passagem para os moradores e visitantes.
Quem é JR, qual a relação com o legado de Christo e Jeanne-Claude, e por que este projeto ganha relevância são parte do contexto. JR ganhou notoriedade global com projetos de grande escala que combinam fotografia e intervenção urbana. O objetivo é ampliar o debate sobre arte pública e acessibilidade cultural.
Contexto histórico
O Pont Neuf já foi envolto por Christo e Jeanne-Claude em 1985, um marco de instalações ambientais de grande porte. A obra atual revisita a ideia de transformar um marco da cidade para provocar reflexão sobre espaço urbano e percepção artística.
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