- Seu Jorge, 55 anos, falou sobre a polêmica de registrar o filho Samba, fruto do relacionamento com Karina Barbieri, em 2023 após o cartório negar o nome.
- No Prêmio Potências 2025, ele foi eleito Ator do Ano e mencionou a possibilidade de obter cidadania em país africano.
- O artista destacou Benin, que abriu portas para afrodescendentes no fim de 2024, fortalecendo a ligação com Samba e a identidade cultural.
- Ele lembrou precedentes de Gilberto Gil, que defendeu a escolha da filha Preta, para defender nomes de raízes africanas.
- Samba é apresentado como símbolo de herança, cultura e identidade, em meio ao tema da cidadania e da reconexão com as raízes.
Durante o Prêmio Potências 2025, Seu Jorge, 55, abordou a polêmica envolvendo o nome do filho Samba, nascido de seu relacionamento com Karina Barbieri. O artista relembrou o episódio de 2023, quando o cartório negou o registro com o nome escolhido, levando-o a recorrer. Em tom de defesa, afirmou que a escolha celebra raízes africanas e ancestralidade.
Em seguida, o ator destacou o precedente aberto por Gilberto Gil, que batizou a filha Preta. A comparação serviu para justificar a necessidade de romper barreiras anteriores quando se trata de nomes que valorizam a origem negra. Segundo Seu Jorge, a reação inicial não desmotivou a família.
Durante a conversa, o artista mencionou um encontro com alguém que carrega raízes africanas no próprio nome, reforçando a conexão cultural. Ele afirmou que a identificação com esse legado é uma vitória, não apenas uma questão de resistência.
Cidadania Benin e identidades africanas
Seu Jorge citou a possibilidade de obter cidadania em um país africano, destacando Benin como exemplo de abertura para afrodescendentes. Ele mencionou que Benin abriu portas no fim de 2024 para cidadãos descendentes do Brasil que demonstrem vínculo com a região.
A medida foi anunciada pelo presidente Patrice Talon durante uma visita oficial, como reconhecimento dos laços históricos entre Benin e o Brasil. A notícia reforça a relação entre Samba, as raízes africanas do artista e a identidade cultural que ele busca fortalecer.
Para o fim, o ator lembrou a filha Flor Jorge e reforçou o orgulho pelas raízes africanas da família. Samba permanece como símbolo de herança, cultura e identidade, segundo Seu Jorge.
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