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Hayley Williams não admite racistas, sexistas e transfóbicos em shows

Hayley Williams diz que fãs preconceituosos não são bem-vindos; a banda acolhe todos, exceto racistas, machistas e transfóbicos

Hayley Williams performs on 'The Tonight Show' on Oct. 8, 2025
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  • Hayley Williams afirmou que não admite fãs preconceituosos em shows do Paramore; todos são bem-vindos, exceto racistas, machistas e pessoas que discriminem trans.
  • Ela disse que quem não compartilhar dessa visão não será bem-vindo e que a banda se une em torno de algo positivo.
  • Em entrevista à Clash Magazine, a cantora ressaltou a importância do público se sentir acolhido nos shows.
  • As declarações aparecem meses após ela ter dito ao The New York Times que a “cantor country racista” mencionada na música era sobre Morgan Wallen.
  • Williams enfatizou a necessidade de falar abertamente sobre racismo, mudanças climáticas e causas LGBTQ durante as entrevistas.

Hayley Williams voltou a posicionar-se publicamente sobre inclusão em shows da banda Paramore. Em entrevista recente, a cantora afirmou que não admite fãs preconceituosos nos shows, incluindo racistas, machistas e pessoas que discriminem pessoas trans.

A artista explicou que todos são bem-vindos desde que compartilhem desse espírito de acolhimento. Segundo ela, quem não concordar com essa visão não será bem-vindo e a banda reforça a união ao redor de uma mensagem positiva.

Contexto anterior

Williams já havia falado sobre temas como racismo, mudanças climáticas e defesa de causas LGBTQ. Em entrevista ao The New York Times, havia mencionado Morgan Wallen ao citar uma música polêmica da cantora. A declaração gerou repercussão.

Mudança de tom e impacto

Na nova entrevista, Williams reforçou a linha clara contra discriminação no ambiente de shows. Ela destacou a importância de um espaço inclusivo e o papel da banda em promover uma atmosfera coletiva.

Além disso, Williams tem defendido publicamente causas sociais em diferentes ocasiões, reiterando que a voz da artista pode ampliar debates sobre racismo e justiça. A entrevista foi publicada pela Clash Magazine.

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