- Brigitte Bardot, aos 91 anos, revela no documentário “Bardot” lutas com depressão ao longo da vida e tentativas de suicídio.
- Ela afirma ter sido salvada por um “milagre” durante uma dessas tentativas, sem detalhar o que seria esse milagre.
- Bardot diz que a depressão ainda a acompanha: “todo dia acordo triste”.
- Continua envolvida no ativismo pelos direitos dos animais, destacando a importância do respeito aos animais.
- O lançamento ocorre pouco depois de Bardot ter sido hospitalizada com doença não divulgada e ter passado por cirurgia.
Brigitte Bardot, ícone global do cinema, abriu o acervo de sua vida em um documentário recente, intitulado Bardot. O filme aborda lutas pessoais, incluindo depressão duradoura e episódios de crise. A produção traz detalhes sobre uma suposta “milagre” que a salvou de tentar tirar a própria vida.
Segundo o material divulgado, Bardot manteve a depressão mesmo durante o auge da fama. Ela afirma acordar todos os dias sentindo tristeza, mantendo ainda hoje o ativismo pelos direitos dos animais. O documentário destaca a mudança de foco para a causa animal ao longo de sua trajetória pública.
Bardot também comenta uma hospitalização recente acompanhada de cirurgia, sem especificar o diagnóstico. Além das questões de saúde, a atriz é lembrada por seu histórico de declarações polêmicas sobre Réunion, assunto que já lhe rendeu multas e controvérsias políticas ao longo dos anos.
Ativismo, saúde e controvérsias
O filme reforça o empenho de Bardot na defesa animal, apresentado como ponto central de sua identidade atual. Em paralelo, o documentário contextualiza críticas políticas que marcaram sua imagem pública, sem entrar no mérito de posições. A produção cita ainda o passado de retiradas do cinema e a opção por manter-se fora dos holofotes.
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